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Phromnia Rosea - Olhando rápido pode parecer que este tronco está com algum tipo de fungo ou frutas coloridas. Mas olhando bem você vai ver que são vários insetos ali.

O segredo deste animais é sua organização quase militar em termos de posicionamento. Vistos a distância, eles parecem ser um único conjunto de folhas. Este animal é nativo das florestas de Madagascar.O interessante é que as ninfas deste inseto também são exímias peritas na arte do disfarce.

Bicho folha. (Phillidae) O nome já diz tudo, né? Nos EUA são chamados de folhas vivas.

Esta família de insetos é bem vasta e variada, compreendendo animais que se assemelham a diversos tipos de folhas. A simulação chega a um grau de perfeição que as “folhas” contém lesões e recortes nas bordas, como uma folha de verdade que foi roída ou atacada por fungos.

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Muitos possuem requintes de camuflagem, como veios similares aos das folhas das árvores onde se escondem, cantinhos ressecados e até alguns animais da família Phillidae parecem folhas secas.

Estes insetos são muito antigos, com fósseis registrados em tempos anteriores aos dinossauros! Prova que a camuflagem é bem eficiente.

Borboleta folhas  é nativa da Amazônia e engana bem que são duas folhas juntas.

Veja que incrível como esta borboleta some no chão da floresta. Ela está aí bem no meio da foto:

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Esta aqui é a borboleta folha do tipo encontrado na serra do Japi, em SP. Incrível, né?


Outro mestre do disfarce é o Bicho-pau. (Phiblossoma phyllinum) Ele fica horas parado e geralmente passa batido. Seu corpo delgado e comprido engana bem como um pedaço de galho ou graveto sem folhas.

Inseto feio mas que se disfarça muito bem em troncos é o jequiranabóia amazônico. Basta olhar para este inseto para qualquer índio correr de medo. O troço tem cara de jacaré! Mas a verdade é que apesar da fama de assassino, este inseto é absolutamente inofensivo.  São duas espécies que compartilham o nome e características principais, como a cabeça de cobra-jacaré.

As mariposas costumam se disfarçar em cascas de arvores para desaparecer. Alguns exemplos clássicos do mimetismo usam as mariposas como exemplos:

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Algumas chegam ao requinte de simular líquens.

Lagartas também costumam ser eficientes na arte de sumir no mato. isso geralmente causa problemas pois muitas delas contém um veneno bastante forte que podem afetar o homem. Conheço casos de pessoas que encostaram em “taturanas” (Lonomia )e perderam os movimentos dos membros temporariamente em decorrência do efeito tóxico dos espinhos.

Alguns insetos usam a aparência das flores como seus meios de se ocultar.

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(créditos Igor Siwanowich)

Outro inseto com incrível aparencia que podem literalmente sumir dependendo do tipo de vegetação em que se encontra é o Louva-Deus. Existem inúmeras variedades de Louva-Deus, como os que parecem flores acima e os que parecem folhas caídas e até mesmo aqueles que simplesmente são confusos demais para o predador reconhecer um padrão.

Os grilos também costumam ser feras em se esconder. Tem um grilo enorme bem no meio desta foto

FONTE: http://www.mundogump.com.br/os-mais-incriveis-insetos-plantas/

Peixes Venenosos

 
Com mais de 1.200 espécies, os peixes peçonhentos são bem mais numerosos que todas as cobras e invertebrados venenosos juntos. Os mais famosos peixes venenosos incluem o peixe-pedra,
o peixe-leão e o peixe-escorpião. Estes peixes têm a capacidade de produzir suas próprias toxinas e injetar veneno através de espinhas localizadas nas barbatanas, tentáculos ou ferrão. Mais de 50 mil ferimentos são registrados anualmente. Destes, a maioria é constituída de bolhas, mas se não forem tratadas a tempo, podem levar à morte.

(fonte:google)

Peixe-Pedra
O peixe-pedra é considerado o peixe venenoso mais perigoso. É encontrado em águas rasas nos Oceanos Pacífico e Índico, e mede entre trinta e sessenta centímetros. Sua dieta consiste principalmente em peixes pequenos e crustáceos. Sua cor marrom-esverdeada confere ao peixe-pedra a capacidade de se camuflar entre as pedras em recifes tropicais, transformando-o num alvo fácil de ser pisado acidentalmente por uma pessoa. A região dorsal tem espinhos que liberam uma toxina venenosa. Se ela for injetada em uma pessoa, causa dor intensa. Dependendo da profundidade da penetração no ferimento, pode ocorrer choque, paralisia e morte de tecidos. Se não for tratada nas primeiras horas, o nível de toxidade pode ser fatal para os seres humanos.
(fonte:www.discoverybrasil.com)

Peixe-leão
Por ser muito bonito, o peixe-leão é muito procurado por aquaristas do mundo todo. Marrom-avermelhado com listas brancas, apresenta nadadeiras longas com raios afilados e glândulas que contêm veneno em grande quantidade. É necessário cautela em seu manejo, pois um peixe adulto pode matar uma pessoa.Além disso, é um predador voraz, que consome qualquer peixe menor que ele. O lionfish, como é mais conhecido, adora peixes-palhaço, donzelas, gramma real, e qualquer peixe que caiba em sua avantajada boca. É muito interessante observar o animal alimentando-se, pois é um caçador nato; quando encontra sua presa, cerca-a e realiza quase que um hipnotismo: permanece imóvel, do ponto de vista da presa, mas pode-se observar intensa atividade da nadadeira caudal, usada no impulso mortal quando abocanha a vítima. Sua traquéia é toda revestida de espinhos, o que providencia uma morte rápida para a vítima até a chegada ao estômago. Em geral, ataca a vítima de frente, mas pode também pegá-la por trás, durante uma tentativa de fuga.
Quando adulto e sem inflar as nadadeiras, o peixe-leão mede até 38 centímetros.
É um dos mais venenosos entre os animais marinhos, e para piorar a situação, o peixe-leão não tem predadores no Atlântico, o que facilita sua reprodução e povoamento de novas áreas. Proveniente do Índico e do Pacífico e Mar Vermelho, o peixe-leão possui características únicas e inesquecíveis.(fonte:www.curiosidadeanimal.com)

Peixe Escorpião
 
 
  O peixe escorpião comum europeu só é bom para ser comido se faz parte de uma caldeirada de peixes; a não ser assim seu gosto desagradável. também sua aparência não agrada muito: além de feio, é perigoso. Os lados e o duro focinho são cobertos por espinhos e dobras de pele. Os primeiros raios de suas barbatanas anal e dorsal possuem ferroes venenosos. As glândulas venenosas pesam apenas alguns gramas mas seu veneno é perigoso. Também o muco que lhe cobre a pele é venenoso e pode fazer arruinar um simples arranhão.
  Alem do peixe escorpião comum existem duas outras espécies no mar Mediterrâneo, uma vermelha e outra castanha. Espécies aparentadas são encontradas em ambas as costas da América do Norte.
    São o peixe escorpião da Califórnia, no Pacifico, e o peixe farpado no Atlântico. Este ultimo é encontrado desde o Atlântico norte até o sul do Brasil.
Filo: Chordata
Superclasse: Pisces
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Scorpaenidae
Características:
Comprimento: até 50 cm
Grandes bochechas carnudas suportadas por um osso especial
Olhos amarelos
Grandes barbatanas peitorais

 

Os tetraodontídeos mais conhecidos por peixe-balão compõem uma família da ordem dos peixes Tetraodontiformes. São conhecidos pela capacidade que tem de inchar o corpo, tipo um balão, quando se sentem ameaçados. Possuem pequenos espinhos, excluindo a espécie Lagocephalus laevigatus, que não possui nenhum espinho. Além desta protecção, também produzem uma substância tóxica, que lhes dá um sabor desagradável e pode ser mortal!
Usa a sua capacidade para aumentar rapidamente de tamanho para evitar ser comido por predadores. Tem um estômago elástico que lhe permite ingerir rapidamente água e ar, o que aumenta o seu tamanho várias vezes, o que faz com que os predadores não o consiga comer.
Existem cerca de 120 espécies deste peixe, que pode ser encontrado em águas tropicais, este peixe pode chegar a medir até aos 60 cm.
A sua alimentação consiste de algas, pequenos invertebrados, moluscos e marisco.
Um estudo feito nos EUA veio a revelar que o peixe-balão macho reproduz um som com a boca fechada, parecido com o zumbir das abelhas, para atrair a fêmea.

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Também chamadas de Caramuru e Cobra-do-mar pelos leigos, ao contrário do que muitos pensam, as Moréias não são cobras marinhas, são peixes  da ordem Angulliformes, com grande diversidade de cores e espécies, ocorrem em todos os mares e habitam preferêncialmente fundos de pedras e frestas em recifes de corais, de forma geral, apesar da carne saborosa, têm pouco interesse para a pesca esportiva. 

Comem polvos, crustáceos e peixes, geralmente têm habitos noturnos.

São muito conhecidas de mergulhdores, e ao contrário do que se divulga, não possuem presas venenosas e raramente oferecem perigo ao homem. Precisam ser realmente provocadas para morder. As maiores espécies chegam a 2,5 metros e a pesar mais de 15 kilos.

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Animais peçonhentos x animais venenosos

Os animais venenosos são animais que possuem veneno mas não possuem mecanismo de inoculação. Os animais peçonhentos são animais que além de venenosos, possuem um mecanismo especializado de inoculação, a peçanha, que é utilizada como arma de caça ou de defesa.

Exemplos de animais peçonhentos: serpentes (jararaca, cascavel, surucucu), escorpião, aranha.

Exemplos de animais venenosos: sapos, baiacu.

ARTRÓPODES – ESCORPIÕES

     Escorpião amarelo: podem ser encontrados desde a margem direita do rio São Francisco até a fronteira Paraná – Santa Catarina. É muito comum em Minas Gerais (especialmente em Belo Horizonte). No Estado de São Paulo, poderá ser encontrada na região do Vale do Paraíba, Rio Preto e vizinhanças e em focos isolados na Capital. É um escorpião que poderá ser encontrada facilmente em ambientes urbanos.

     Escorpião marrom: é um escorpião muito comum, sendo encontrado nos mesmos locais do escorpião amarelo, além de ser encontrado também em algumas regiões de Mato Grosso e de Santa Catarina. É o mais comum em São Paulo. Pode ser encontrado nas regiões do Morumbi, Pacaembu e ao longo do Rio Pinheiros. É encontrado em campos e matas ralas, procurando refúgios em cupinzeiros, debaixo de pedras, fendas de barrancos, etc.

Hábitos: são animais que caçam a noite. Durante o dia, procuram esconderijos, como por exemplo tronco de árvores, frestas nas paredes, sapatos, toalhas, etc. Não são considerados animais violentos.

Sintomatologia (efeitos no homem)

O veneno dos escorpiões é neurotóxico, obedecendo aos seguintes critérios de gravidade: casos benignos (apenas dor moderada); casos médios (dor intensa no local e sudorese); casos graves (dor muito intensa, hipotermia, sudorese, aumento da pressão sangüínea, náuseas e vômitos).

ARTRÓPODES – ARANHAS

v     Aranha armadeira: as aranhas armadeiras possuem esse nome porque quando ameaçadas assumem uma postura ameaçadora, apoiando-se com as patas traseiras e mantendo as duas dianteiras levantadas, numa posição de bote. Pode ser encontrada em lugares escuros, cachos de bananas, sapatos, vegetação, etc. Pode ser reconhecida pela sua cor cinza ou castanho escuro, corpo e pernas com pêlos curtos, perto dos ferrões os pêlos são vermelhos e atingem até 17cm de comprimento quando adultas (incluindo as pernas).

     Aranha marrom: atingem cerca de 3 a 4 cm, com cor amarelada. É uma aranha que vive em teias irregulares (parecidas com um lençol de algodão) construídas em tijolos, telhas, barrancos, cantos de parede, etc. Os acidentes são raros, porém geralmente são graves, com formação de ferida no local da picada e sensação de queimadura.

     Aranha de grama: possuem cor acizentada ou marrom, com pêlos vermelhos perto dos ferrões e uma mancha escura em forma de flecha sobre o corpo. Vive em gramados e residências. São freqüentes os acidentes mas não são graves.

     Aranha caranguejeira: São aranhas grandes (podendo chegar a 9cm só de corpo). São vários os gêneros, porém o mais perigoso no Brasil é o do Trechona, que ocorre desde o norte até o sul do país. As aranhas desse gênero possuem um veneno neurotóxico, porém sem risco de morte para o acidentado, não necessitando a aplicação de soro.

     Aranha viúva-negra: são aranhas pretas com manchas vermelhas no abdômem. As fêmeas têm de 2,5 a 3 cm e os machos podem ser de 3 a 4 vezes maior. Vivem em teias construídas em vegetações rasteiras, arbustos, barrancos, etc. Para as espécies brasileiras de viúva negra, não são produzidos soros pois os acidentes são raros e geralmente são de média ou pouca gravidade.

 ARTRÓPODES – LACRAIAS

As lacraias podem ser encontradas em qualquer lugar. Possui ferrões na parte debaixo da cabeça, e não nos últimos segmentos (muitos acham que o ferrão está na parte de trás do corpo porque a lacraia levanta o mesmo quando ameaçada). Os acidentes são raros e geralmente de baixa gravidade, não sendo necessário a produção de soro.

ARTRÓPODES – PRIMEIROS SOCORROS

Geralmente os acidentes com aranhas, escorpiões ou lacraias são de baixa gravidade. Manobras como sucção do veneno ou espremer o local da picada não possui efeito algum. Geralmente picadas desses artrópodes provoca apenas dor local e intensa ou moderada. Em caso de acidentes com menores de 7 anos de idades ou pessoas debilitadas, o procedimento mais indicado é o socorro no Hospital Vital Brasil, do Instituto Butantã.

   
   

 

Tipos de serpentes mais conhecidas:

v     Cascavel (Crotalus sp.): As cascavéis são cobras facilmente reconhecíveis pela presença de chocalho na cauda. Pode ser encontrada em todo o Brasil, com exceção da floresta amazônica.

v     Jararaca (Bothrops sp.): pode alcançar mais de um metro de comprimento. Ocorre nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, leste do Mato Grosso, sul da Bahia e em algumas áreas de Minas Gerais.

v     Surucucu (Lachesis sp.): São as maiores serpentes peçonhentas das Américas, podendo alcançar mais de 4 metros. É comum em florestas litorâneas do Rio de Janeiro para o norte e por todo o vale amazônico.

v     Cobra Coral (Micrurus sp.): ocorre em todo o Brasil. A diferenciação com a falsa coral é muito difícil, portanto não é recomendável que pessoas sem conhecimentos específicos tentem diferenciá-las.

Em caso de picada de cobra:

  • Não tente retirar o veneno com o método de sucção ou espremer o local.
  • Não dê nada alcoólico, querosene, etc.
  • Não faça torniquete.
  • Se a picada for em algum membro, mantenha-o erguido.
  • Leve o acidentado imediatamente ao hospital, pois somente o soro pode curar.
  • Leve o animal causador do acidente, se possível.

FONTE: http://marcelomasashi.sites.uol.com.br/gangue/farmacia/pri_soc/peconhentos.htm

OS GIGANTES DO MAR

Os gigantes do mar

As Baleias são os maiores seres vivos do planeta, alcançando 35 metros de comprimento e 150 toneladas, mesmo com toda sua majestade essas incríveis criaturas estão na lista das espécies mais ameaçadas de extinção: Das 11 espécies de grandes baleias, ao menos nove foram severamente afetadas pela ação predatória do homem, de acordo com o Sea World .
Baleia Franca

As baleias francas chegam a atingir cerca de 25 metros de comprimento e pesam quase 70 toneladas, são geralmente pretas com manchas de pele áspera conhecida como calosidades na cabeça.

Apesar de ameaçadas, as baleias franca vivem em todo o mundo, os cientistas acreditam existam aproximadamente 350 no Atlântico Norte, 100 no Pacífico Norte, e algumas milhares no hemisfério sul.

Cachalote

A cachalote é a maior baleia com dentes, com até 26 dentes em cada lado de sua mandíbula gigante, estimativas afirmam que mais de um milhão de cachalotes foram capturados no auge da indústria baleeira.
A cachalote foi incluída à Lei de Conservação de Espécies Ameaçadas de 1969 , Estima-se que existam entre 200.000 e 1,5 milhão de Cachalotes nos oceânos.

Baleia Piloto

As baleias-piloto, chegam a pesar 3.300 libras, é o maior dos membros da família Delphinidae, que inclui também os golfinhos (e as Orcas”baleia assassina”).
São fáceis de treinar e acredita-se serem tão esperto quanto roazes – e eles também são muito sociais, muitas vezes viajam em grandes grupos, segundo a Sociedade Americana de Cetáceos. Costumam nadar próximas a costa, é comum encontrar baleias pilotos encalhadas.

Esta baleia foi fotografada no Estreito de Gibraltar por um grupo de biólogos marinhos.


Baleia Azul

Acredita-se que esta seja a primeira foto de um bebê de baleia azul, este bebê gigante surpreendeu os cientistas ao largo da costa da Costa Rica, aproximando-se do barco, de acordo com a National Geographic. Normalmente, as mães protetoras iriam manter seus filhos longe.
A baleia azul é o maior mamífero do planeta, alcançando o comprimento de até 80 metros e pesando até 150 toneladas.

Mas seu tamanho não as protege do risco de extinção, com menos de 2.000 vivendo em estado selvagem em todo o mundo, após uma geração de caçadores humanos, seguiram-nos ferozmente de 1920 a 1960. As baleias azuis passam o Inverno em regiões quentes e no verão, águas mais frias – podem comer mais de 7.000 quilos de alimento em uma refeição.


Baleia Jubarte

As baleias jubarte são conhecidas por seu talento único – cantar. Suas canções podem ser ouvidas por outras baleias, e é usado para atrai-las durante o acasalamento, durante a alimentação, ou no cuidado das mães com seus filhotes.
Seu estilo de caça é também digno de nota: As jubartes trabalham juntas para encurralar os cardumes, com uma baleia soprando bolhas contra o cardume os forçando a cairem da armadilha.


Orca

A Orca (Orcinus orca) (popularmente conhecida como baleia-assassina) é o maior membro da família dos (Delphinidae) a mesma dos golfinhos. É um predador versátil, podendo comer peixes, moluscos, aves, tartarugas, ainda que, caçando em grupo, consigam capturar presas de tamanho maior, incluindo morsas e baleias. O nome baleia assassina provém da tradução direta do inglês “killer whale” e, mesmo sendo incorreto, tornou-se popular, especialmente entre os leigos. É um predador carnívoro, sendo considerada como um Animal de Topo na cadeia alimentar. Pode chegar a pesar nove toneladas. É o segundo mamífero de maior área de distribuição geográfica (logo a seguir ao homem), podendo encontrar-se em qualquer um dos oceanos.
Curiosidade

As orcas têm um sistema social de agrupamento bastante complexo. A unidade básica é a linha matriarcal que consiste numa única fêmea, mais velha, e os seus descendentes. Os filhos e filhas da matriarca fazem parte desta linha, tal como os filhos e filhas destas últimas filhas – contudo, os filhos e filhas de qualquer um dos filhos passarão a viver com a linha matriarcal das suas companheiras de acasalamento – e assim sucessivamente, ao longo da árvore genealógica destes animais. Como as fêmeas podem viver até cerca de noventa anos, não é raro encontrar quatro ou mesmo cinco gerações de orcas vivendo na mesma linha.

 Baleia Beluga

As baleias beluga possuem a cor branca devido sua adaptação ao frio, possuem uma espessa camada de gordura que a mantém quente nas águas do Ártico e um cume que substitui sua barbatana dorsal, para que possa nadar sob o gelo. Também se distingue de outras baleias em outro aspecto: as vértebras do pescoço da beluga não estão fundidas, para que ele possa virar a cabeça para os lados.

 Baleia Fin

Estas baleias vivem em todos os oceanos do planeta, onde enfrentam uma infinidade de ameaças: Acabam presas nas redes de pesca de navios pesqueiros, escasses de alimento devido pesca comercial e sua caça ilegal (foi proibida para sua caça desde 1976 , embora eles ainda possam ser capturadas na Groenlândia).
As baleias fin são a segunda maior baleia do planeta, com os bebês nascidos com peso de 6000 libras, alcançando 160.000 quando adultas.

Baleia Cinzenta

As baleias cinzentas passam o tempo migrando ao longo do oeste da América do Norte desde o Polo Ártico até a baixa Califórnia, segundo a Sociedade Americana de Cetáceos – que é onde você vai vê-los em expedições de observação de baleias.
Se você chegar perto o suficiente, você também pode ver manchas de cracas brancos que crescem sobre as baleias, e piolhos de baleia laranja, que se alimentam da pele morta das baleias.


Baleia Narval

O narval é um cetáceo de grande porte, com 4 a 5 metros de comprimento e cerca de 1,5 toneladas de peso. Tem uma coloração branca e cinza marmórea e é desprovido de barbatana dorsal. Os machos apresentam uma presa espiralada como um chifre. Este dente é feito de marfim e pode atingir até 3 metros de comprimento, quase de metade do comprimento do animal. Cerca de um macho em 500 tem duas presas em vez de uma.

Sua presa forma um órgão sensorial de tamanho e sensibilidade excepcionais, existem mais de 10 milhões de terminações nervosas saem do centro da presa em direção à sua superfície, em contato com o mundo exterior, permitindo detectar mudanças sutis de temperatura, pressão, gradientes de partículas e provavelmente muito mais, dando ao animal uma percepção única.

Os narvais vivem em pequenos grupos familiares de cerca de 5 a 10 indivíduos, que se reúnem em bandos maiores em zonas costeiras na época do Verão. Nestas alturas estabelece-se uma hierarquização social entre machos, através de lutas que envolvem a presa. Estes animais alimentam-se de bacalhau e outros peixes de águas frias, bem como de cefalópodes. O narval nada com frequência até grandes profundidades em mergulhos que duram até cerca de 15 minutos. A maior profundidade registada foi de 1164 metros e mergulhos até mil metros são comuns.

A população actual da espécie está estimada em cerca de 50 000 indivíduos.
Caça

Os narvais foram e continuam a ser caçados por causa das suas presas de marfim. Na Idade Média, a espécie foi explorada pelos vikings que colonizaram a Gronelândia e que faziam do marfim de narval uma das principais exportações da colónia para a Europa. Com o desaparecimento da colónia da Gronelândia, o narval passou a ser caçado apenas pelas tribos de inuit, que continuam com esta prática por métodos artesanais nos dias de hoje. Com a colonização do Canadá e o advento dos navios baleeiros, os narvais passaram a ser caçados em massa. Actualmente, a caça é permitida com restrições.


Tubarão Baleia

O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a única espécie da família Rhincodontidae, é conhecido como Tubarão Baleia devido ao seu gigantismo, vive em oceanos quentes e de clima tropical, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe conhecido, podendo crescer até cerca de 20 m e pesar mais de 13 toneladas. O animal é completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração. Quando se explica que a maioria dos tubarões não são perigosos para os humanos, esta espécie é geralmente usada como o exemplo principal. Mergulhadores podem nadar ao redor do gigantesco peixe sem problema algum.

Tubarao baleia

 FONTE: http://animaisexoticos.zip.net/

CAMUFLAGEM NA NATUREZA

Camuflagem da Natureza

Inseto que se assemelha a uma folha verde ou a um ramo. É encontrado na África, sudeste da Ásia, norte da Austrália e em muitas ilhas do Pacífico Sul. Várias espécies aparentadas, chamadas bichos-paus, vivem na América.

O mais conhecido bicho-folha é uma espécie do sudeste asiático. Sua cor é verde-brilhante e ele atinge cerca de 8 cm de comprimento. Parece muito com uma folha por causa de suas amplas asas cheias de nervuras, que se fecham sobre as costas. Tem também apêndices em forma de folha nas juntas das pernas. Os ovos são parecidos com sementes de plantas. Os bichos-folhas vivem entre as folhas das árvores e arbustos, onde são difíceis de achar por causa de sua forma e sua cor. Alimentam-se de folhas.

Desmatamento das florestas do país está dificultando a sobrevivência dos aniamis. Na foto, sapo da floresta Kirindy, a oeste de Madagascar Leia Mais

sapo se camufla nas folhas

Lagarto no parque Masoala, em Madagascar, que costuma viver entre folhas de palmeiras mortas e caça invertebrados à noite Leia Mais

lagarto se esconde nas folhas

 

Fotógrafo Alex Hyde é especializado em registro de animais e insetos que fazem uso de camuflagem para sobreviver. Na foto, mariposa parece um pedaço de folha seca Leia Mais

mariposa parece folha seca

Peixe-pedra — Stone fish
O Peixe-pedra, que se encontra em águas indo-pacíficas, injeta nas vítimas veneno neuro-tóxico através de 13 espinhas dorsais. Estas picadas causam uma dor insuportável, o delírio e, por vezes a morte.
Em qualquer parte da Austrália, se for andar sobre corais ou locais com pedras no fundo, use sapatos para se proteger do Peixe Pedra, cujo ferrão também contém veneno. Se fisgado, corte a linha.

Ele não só parece uma folha, como o nome sugere. Ele parece um folha morta caída, em decomposição, levada pela correnteza por mero acaso, o que ajuda os predadores a não se importarem com sua presença. 

Ele vive na água doce e mede cerca de 12cm. Sua coloração vai de marrom até amarelo pálido e usa seu mimetismo tanto para se defender, quanto para caçar. Ele não só parece uma folha, como o nome sugere. Ele parece um folha morta caída, em decomposição, levada pela correnteza por mero acaso, o que ajuda os predadores a não se importarem com sua presença. 

O camaleão é um réptil escamoso da família dos lagartos (Chamaeleonidae). São conhecidas cerca de 160 espécies de camaleão, sendo que, a maior parte vive na África. O nome “camaleão” vem do grego chamailéon, e significa leão rasteiro. 

Os camaleões têm a habilidades de se disfarçar no ambiente em que estão. O comprimento desses répteis é de geralmente 60 cm, podendo atingir um metro de comprimento. Possui patas fortes e uma crista que vai da nuca a cauda.

Os camaleões se alimentam principalmente de folhas, frutas, gafanhotos, louva-a-deus, borboletas e outros insetos, sendo que ele pode abocanhar até algumas aves de pequeno porte. Isso é possível graças a sua língua e a sua visão. Sua lingua é pegajosa, tem cerca de um metro de comprimento e atinge uma velocidade muito rápida. Os olhos têm uma capacidade de observação incrível que lhes permite ver 360° ao redor do seu corpo.

Para caçar, eles ficam parados a maior parte do tempo, camuflados no ambiente, esperando que algum inseto passe. A camuflagem, aliás, é seu único meio de defesa, pois apesar dos camaleões serem animais agresivos, são muito lentos.

Além de um instrumento de defesa, a camuflagem favorece a comunicação entre os camaleões. Alteração na luz, de humor, ou da temperatura do animal fazem com que ele mude de cor. Em uma luta entre camaleões, por exemplo, a cor da pele mostra se o camaleão esta enfurecido ou amedrontado.

Os camaleões podem ser encontrados principalmente no Saara, mas são encontrados também na Europa, Índia, Sri Lanka. No Brasil, especificamente na Floresta Amazônica, são encontrados camaleões de origem indiana, porém essa espécie não é nativa. A espécie foi introduzida por portugueses, e se adaptaram bem.

Vivem geralmente em montanhas, savanas, cerrados, caatingas, florestas pluviais e estepes. Habitam em árvores e embaixo de folhas caidas. Seus hábitos são diurnos.

Essa espécie chega a maturidade sexual com um ano de idade. No período de reprodução o macho vai átras das fêmeas saindo dos arbustos e árvores. Como o camaleão é muito solitário, a aproximação de outro camaleão, mesmo que seja fêmea, só é permitida na hora de copular. Os camaleões são ovíparos e põem de 30 a 40 ovos, que são depositados no solo. A incubação demora de 8 a 9 meses.Os camaleões vivem de 4 a 5 anos.

ANIMAIS EXÓTICOS

DRAGÃO AZUL

Glaucus atlanticus, ou Blue Dragon (Dragão azul), é muitas vezes chamado como a “Frota Azul”,
porque seu meio usual de transporte é flutuar no oceano e deixar se levar pelas correntes.

Isso é feito aos milhares, transformando as águas em um espetáculo maravilhoso.

 Embora o show seja de uma beleza intensa, o dragão azul é capaz de injetar, mas muito desajeitado e lento,

nematocitos através da pele humana, por isso são muito perigosos. O Glaucus atlanticus é uma espécie de lesma do mar azul, um molusco gastrópode marinho da família Glaucidae. Esta é a única espécie do gênero Glaucus,mas está intimamente relacionado com Glaucilla marginata, outro membro da família Glaucidae.

O tamanho normal dessa espécie é entre 5 e 8 cm de comprimento. É cinza prateado, no lado dorsal e escuro e azul claro ventralmente.

Ele tem listras azuis escuras ao longo da borda de sua parte inferior . Tem um corpo afilado, que é achatado e tem seis apêndices que se ramificam em raios.

Ele é distribuído nos oceanos do mundo, em águas temperadas e tropicais. Regiões onde esta lesma encontra-se incluem o leste e sul da Africa do Sul, nas aguas europeias e Moçambique.

Esta espécie flutua de cabeça para baixo sobre a tensão superficial do oceano.

 

Cientistas descobrem incríveis criaturas no mar da Indonésia

Os cientistas que usam tecnologia de ponta para explorar as águas ao largo da Indonésia ficaram fascinados por imagens coloridas e diversificadas da vida marinha no fundo do oceano – incluindo aranhas marinhas do tamanho de placas e esponjas que parecem ser carnívoras.

Eles previram que cerca de 50 novas espécies vegetais ou animais podem ter sido descoberta durante a expedição de três semanas que terminou dia 14 de agosto.

Mais de 100 horas de vídeo e 100 mil fotografias, captadas através de um veículo robótico com câmeras de alta definição, foram canalizados para a praia em tempo real por satélite e Internet de alta velocidade.

Verena Tunnicliffe, uma professora da Universidade de Victoria, no Canadá, disse que as imagens proporcionaram uma visão extraordinária no que é o mais complexo e pouco conhecido dos ecossistemas marinhos. “No passado lírios do mar cobriam as águas rasas e profundas, mas agora são raros”, disse ela em uma declaração escrita. “Eu só vi um pouco deles em toda a minha carreira. Mas com esta expedição, fiquei surpresa ao vê-los em uma grande diversidade.”

Da mesma forma, Tunnicliffe também viu aranhas do mar antes, mas aqueles eram pequenos em comparação a que vimos que tinham em torno de uma polegada (2,5 centímetros) “As aranhas do mar dessa missão eram enormes, com Oito polegadas (20 centímetros) ou mais de diâmetro.” Um animal capturado em vídeo se parece com uma flor, coberto com agulhas, mas os cientistas acham que é provavelmente uma esponja carnívora.

Timothy Shank do Instituto Oceanográfico Woods Hole, em Massachusetts disse que sua equipe tem até agora se debruçaram sobre mais de 150.000 vídeos de alta definição.

“Agora eu sinto que pode haver pelo menos 40 novas espécies de coral de profundidade e pelo menos 50 novas espécies, que incluem camarões bentônicos, caranguejos, esponjas, moluscos, crustáceos, anêmonas e pepinos do mar”, disse ele. A confirmação de que uma espécie é nova envolve uma avaliação entre pares científicos e outras etapas e pode levar  anos.

Os cientistas usaram sistema de mapeamento com um poderoso sonar e um veículo robótico para explorar quase 21.000 milhas quadradas (54.000 quilômetros quadrados) do fundo do mar ao largo da Indonésia do Norte, em profundidades que variam de 800 pés (240 metros) e mais de duas milhas (1,6 km).

A missão foi realizada pelo National Oceanic dos Estados Unidos juntamente com o Atmospheric Administration e o navio Explorer Okeanos.

Um navio da Indonésia, o Baruna Jaya IV, também participou, coletando amostras que, juntamente com todos os direitos para uso futuro, vai permanecer no país.

5 ANIMAIS GIGANTES

Pteropus vampyrus, o maior morcego do mundo
Apesar do nome, sua dieta é constituída basicamente de frutas e com uma envergadura que pode superar 1,5 metro, está espécie é conhecida por raposa-voadora, pois apesar de ser um morcego, o seu tamanho e aparência lembram bastante uma raposa. Esse animal incrível é encontrado em países como Indonésia, Tailândia, Malásia, Mianmar e Camboja, mas somente na Malásia, 22 mil morcegos são caçados legalmente todo ano, e um número ainda desconhecido é morto de forma ilegal, na maioria das vezes para alimentação (eca, mil vezes eca).

Crabzilla, o caranguejo monstro
O seu apelido foi criado com a união de crab, caranguejo em inglês, com Godzilla, o monstro. Esses animais fantásticos são encontrados em águas profundas – mais de 300 metros – no Oceano Pacífico, suas patas ultrapassam facilmente os 2 metros de comprimento e são considerados uma iguaria rara no Japão, onde são conhecidos como caranguejos aranha (bem apropriado).

 
Tridacna gigas, a ostra-gigante
Conhecida popularmente por ostra-gigante, esse é o maior molusco bivalve do planeta, chegando a medir mais de 1,2 metros de comprimento e pesar mais de 200 kg. Ela é encontrada no Oceano Índico, geralmente oculta nos recifes e camuflada pelas algas e corais que crescem em sua concha. Por muitos anos as conchas dessas ostras foram utilizadas como banheiras e até como pias de batismo na Europa.

 
Andrias japonicus, a maior salamandra que existe
Hanzaki, como é chamada no Japão, é simplesmente o maior anfíbio do mundo, podendo alcançar 1,7 metros de comprimento. Elas ocupam covas em margens de rios e se alimentam de peixes ou qualquer outro animal de pequeno porte que cruzar o seu caminho. Elas vivem em grupos de machos e fêmeas onde apenas um macho é o dominante, mas apesar do tamanho, se sabe muito pouco sobre o modo de vida da salamandra-gigante.

A lula-colossal
Guardei o melhor para o final, agora sim um animal gigante, os outros eram grandes, mas essa espécie de lula é enorme, colossal como já diz o próprio nome. Acredita-se que ela possa superar a marca dos 14 metros – alguns relatos do Atlântico Norte mencionam lulas com mais de 18 metros – e pesar quase uma tonelada, mas a grande profundidade em que vive e o fato de praticamente só ser encontrada em mares gelados e escuros dificulta qualquer expedição científica que deseje estudar a criatura.

OLM

 Esse anfíbio é mais comum em cavernas profundas e escuras na Europa (principalmente na Eslovênia). Foi identificado como um dragão bebê por causa de sua aparência bizarra. É completamente cego, aquático, e sua pele lembra a pele humana.

POLVO MANTA 

 

Ok, não há algo como um polvo que pareça normal – principalmente depois de Paul, o Polvo vidente da Copa do Mundo. Eles têm três corações, saliva venenosa, bico de papagaio e braços auto-suficientes que parecem pensar por si mesmos (de acordo com especialistas eles não respondem a comandos do cérebro). Mas podemos dizer que há alguns polvos que são mais bizarros do que outros, como no caso de Paul. Mas há uma espécie, chamada de polvo manta que, fisicamente, é bem mais bizarro do que nosso adivinho preferido. A fêmea é 40mil vezes mais pesada que o macho (sim, você leu corretamente, quarenta mil vezes). O macho tem apenas 2,4 cm e vive como um plâncton qualquer. A fêmea pode chegar a dois metros de comprimento e tem uma membrana similar a um lençol (de onde vem o nome da espécie). 

RÃ DE VIDRO 

O que faz com que essa rã pareça tão surreal é sua pele transparente. Ela vive nas selvas tropicais americanas e pode ser usada nas aulas de anatomia do ensino médio sem ser dissecada. Dá para ver todos os órgãos dela através de sua pele.

BLOBFISH

Vamos ser honestos. Só a mãe desse peixe deve ter a capacidade de não achá-lo horroroso. Ele é encontrado nos mares que cercam a Austrália e a Tasmânia e vive uma vida pacífica, se alimentando de detritos que flutuam em sua proximidade. É normalmente capturado sem querer pela rede de pescadores – mas duvido que alguém realmente queira comer algo com essa cara.

ARANHA ASSASINA 

Não se preocupe! Ela tem apenas dois milímetros de comprimento e, apesar do seu nome e de sua aparência, é completamente inofensiva para os humanos. Seu enorme “pescoço” se desenvolveu para agüentar o peso de suas mandíbulas gigantes, que têm presas venenosas. Seu principal alimento são insetos e aranhas menores.

PEIXE MACHADO

 

Pode-se dizer que o peixe-machado é tão bizarro que até vive, de certa forma, em um mundo diferente do nosso. Esse peixe de águas profundas é encontrado em todos os oceanos (exceto em regiões mais frias). Ele produz luzes para atrair suas presas e se alimentar. Parece um peixe assustador, mas tem apenas alguns centímetros de comprimento e não representa ameaça para humanos. 

CARANGUEJO CABELUDO  

Também conhecido como caranguejo Yeti (para quem não sabe, o Yeti é o “Abominável Homem das Neves”). Isso que você vê, na verdade, não são pêlos mas sim um material mais rígido (também encontrado nas pernas de camarões). Esses “pêlos” funcionam como filtro porque essa espécie costuma viver em águas onde há minerais venenosos.

CAVALO MARINHO FOLHA

Ele parece uma alga flutuante perdida no mar, mas na verdade é um cavalo marinho. Assim como os polvos, os cavalos-marinhos já são bizarros por si só. Os machos carregam os ovos que as fêmeas depositam neles. Essa espécie nada muito lentamente, o que reforça a impressão de que ele é uma alga. O disfarce serve para enganar os predadores.

SALAMANDRA SATÂNICA 

 

Essa salamandra, de longe, também parece uma folha seca, mas de perto é possível ver seus olhos assustadores. Apesar de ser um bicho bem feioso algumas pessoas a querem como animal de estimação. Isso, aliado à devastação de seu habitat, em Madagascar, está levando a salamandra satânica à extinção. 

HEMEROPLANES 

Uma simples larva que merece sua posição nessa lista. Essa obra-prima da natureza é muito difícil de ser encontrada (sua camuflagem ajuda bastante na hora de se esconder) e vive na América Central. Quando está “sossegada”, ela anda por aí como uma larva qualquer, mas quando se sente ameaçada adota a postura de uma víbora ameaçando e assustando seu predador. Até mesmo a cabeça triangular é copiada. Só que o ataque é um blefe, já que ela não é venenosa e, na verdade, não representa perigo algum.

 FONTE: www.animaisexoticos.zip.net

Nem toda planta cresce em solo rico em nutrientes. A falta de nutrientes, especialmente o nitrogênio, é um fator crítico que limita o crescimento das plantas de maneira geral.
Segundo biólogos, a palavra “carnívora” é uma maneira incorreta para se referir às plantas que comem insetos. Pois na verdade, as plantas carnívoras absorvem somente algumas substâncias dos insetos que ingerem, portanto, é mais correto chamá-las de insetívoras.

Mas há uma razão para este comportamento, acredita-se que uma planta com essa peculiaridade pode ser resultado de uma longa adaptação da espécie a um solo arenoso, ácido, pobre em nitrogênio ou com falta de outros nutrientes. Por esta razão, a planta carnívora sentindo essa ausência de nutrientes, começa a se alimentar de pequenos insetos para que estes forneçam as substâncias necessárias para ela sobreviver. Portanto, é uma questão de sobrevivência ao meio-ambiente em que ela se encontra.

Porém, devido ao processo evolutivo, hoje é possível ter exemplares dessas espécies em diversos ambientes, inclusive naqueles ricos em nitrogênio. É a folha da planta insetívora que come o inseto, e pode apresentar várias formas.

No caso da planta carnívora da espécie nepente, a folha parece uma urna, com pêlos voltados para baixo e uma coloração que atrai o inseto. Ao cair pela abertura superior, o inseto molha as asas num líquido acumulado no fundo e não consegue sair. A folha forma uma parede com pêlos rijos que também impedem que ele suba por ali, e o inseto acaba sendo absorvido pelo líquido que, por sua vez, é lentamente digerido pela planta.

A chamada pega-moscas (Dionea muscipula) possui a aparência mais assustadora entre as insetívoras. Em alguns filmes de terror, já apareceu comendo seres humanos (como no filme A Pequena Loja dos Horrores). Suas folhas, de formas arredondadas, apresentam longos pêlos nas bordas. As folhas ficam abertas como bocas famintas e quando o inseto pousa sobre elas, se fecham rapidamente, aprisionando-os. A planta leva dias para digerir e absorver a sua caça.

FONTE: http://www.universo42.com/curiosidades/curiosidades-sobre-plantas-carnivoras/

Plantas carnívoras são quase seres mitológicos. Às vezes vistas com muito medo, como monstros, algumas tem características assustadoras. Mas para os seres humanos, elas não oferecem o menor perigo. São belas, exóticas e muito curiosas.

Plantas Carnívoras

As plantas carnívoras despertam a admiração de muitos amantes da natureza e a curiosidade dos cientistas. São plantas que buscam os nutrientes para sua sobrevivência não na terra, mas em animais.

Algumas são tão grandes e assustadoras que conseguem ‘comer’ até pássaros de pequeno porte ou roedores. Sim! Acredite! Mas a maioria delas alimentam-se exclusivamente de insetos.

Elas tem sistemas altamente desenvolvidos para capturar as presas, evitar a entrada de elementos não desejados como água da chuva, por exemplo, e para digerir suas presas.

Confira fotos link externo de 10 plantas carnívoras curiosas e muito, muito exóticas.

Plantas Carnívoras
A primeira da lista, a dionaea, é a espécie de planta carnívora mais comum entre os cultivadores brasileiros. Ela é muito simples de ser cultivada, se dá muito bem no clima brasileiro e é muito fácil de se encontrar. Pode ser comprada até pelo Mercado Livre. Sua forma de ‘ataque’ é simples. Ela mantem a ‘boca’ aberta e espera que algum inseto desavisado se interesse. Ao entrar, ela simplesmente fecha e digere a vítima.
Foto link externo: Editora Globo link externo / Shutterstock

Plantas Carnívoras
As plantas carnívoras com aspecto de vaso são as mais comuns. As nephentes tem uma estrutura foliar desenhada para que insetos caiam dentro do ‘recipiente’ e não consigam mais sair de lá.
Foto: Editora Globo / Shutterstock

Plantas Carnívoras
A drosera rotundifolia é uma das mais belas e diferentes plantas carnívoras. Ela tem pequenos pelos glandulares nas folhas e estes tem nas pontas uma substância pegajosa que prende as vítimas.
Foto: Editora Globo / Shutterstock

Plantas Carnívoras
A utricularia reniformis se parece com outra planta qualquer, uma orquídea, por exemplo, mas o segredo dela é que sua armadilha está debaixo da terra.
Foto: Orquidário MV

Plantas Carnívoras

A Nepenthe raflesiana X gracilima é uma planta carnívora híbrida e uma das menores com aspecto de vaso. Pode chegar a 10 cm.
Foto: Orquidário MV

Plantas Carnívoras
Esta nephente é mais uma das plantas em forma de vaso, mas nesta fica bem clara a tampa que evita a entrada em excesso da água da chuva.
Foto: Editora Globo / Shutterstock

Plantas Carnívoras
A pinguicula esseriana é uma das menores de todas as plantas carnívoras. Ela é originária do México.
Foto: Orquidário MV

Plantas Carnívoras
Mas no México também tem plantas carnívoras enormes. A nephentes rajah é a maior planta carnívora do mundo. Ela não se alimenta apenas de insetos, mas também de anfíbios, pequenos roedores e até pássaros.
Foto: Reprodução / Divulgação

Plantas Carnívoras
Esta nephente tem uma tonalidade mais clara e prefere meia-sombra. Também tem formato de vaso e uma tampa para impedir a entrada excessiva da chuva.
Foto: Editora Globo / Shutterstock

Plantas Carnívoras
As sarracenias são umas das mais diferentes plantas carnívoras. Ela possui um néctar na borda da âfora que atrai os insetos.
Foto: Editora Globo / Shutterstock

FONTE: http://www.putsgrilo.com/curiosidades/as-10-plantas-carnivoras-mais-exoticas-e-curiosas-do-mundo/

Plantas Carnívoras – Fotos e Curiosidades - Plantas Carnivoras – Fotos e Curiosidades FOTO 4

Quando falamos em planta carnívora imaginamos aquelas plantas enormes de filme e que comem pessoas, mas não é nada disso.

As plantas carnívoras são conhecidas por se alimentarem através da captura de insetos e não de carne como muitas pessoas acreditam, o nome carnívora foi dado devido ao fato dela ser diferente de todas as outras plantas, se alimentando de seres vivos, mas são totalmente inofensivas para os seres humanos.

Elas são originárias do sudeste de Ásia, América e Austrália.

E extraem compostos de nitrogênio dos animais capturados para seu sustento próprio.

Existem cerca de 500 espécies de plantas carnívoras, mas apenas um tipo delas, que pode ser encontrada na Indonésia, pode ser realmente considerada uma planta carnívora, pois ela se alimenta de pássaros pequenos, sapos, lagartos e outros animais de pequeno porte.

O perfume de algumas plantas carnívoras é um dos principais meios delas atraírem os insetos.

Eles são atraídos pelo aroma e quando percebem já estão presos numa espécie de gosma que elas possuem.

Outras já atraem os insetos através do brilho dessa gosma e algumas espécies abrem e fecham prendendo os insetos em seu interior.

Depois de capturados elas envolvem o inseto com suas substâncias e retiram dele os nutrientes que não podem ser encontrados no solo, e que são necessários para sua sobrevivência.

Quer cultivar uma planta carnívora em casa?

Para quem quer ter uma planta carnívora em casa, poderá encontrá-las em floriculturas da sua cidade ou em diversas floriculturas online, você pode comprar a semente ou a planta já crescida e os preços variam de acordo com cada espécie.

Se for comprar em supermercados, procure comprar no dia em que elas são colocadas nas prateleiras, pois os funcionários não costumam dar a assistência necessária que esse tipo de planta precisa, como água, luminosidade, etc.

Saiba que elas são muito bonitas e você poderá cultivá-la sem medo.

As plantas carnívoras despertam a admiração de muitos amantes da natureza e a curiosidade dos cientistas.

São plantas que buscam os nutrientes para sua sobrevivência não na terra, mas em animais.

Algumas são tão grandes e assustadoras que conseguem ‘comer’ até pássaros de pequeno porte ou roedores.

Sim! Acredite! Mas a maioria delas alimenta-se exclusivamente de insetos.

Elas têm sistemas altamente desenvolvidos para capturar as presas, evitar a entrada de elementos não desejados como água da chuva, por exemplo, e para digerir suas presas.

Plantas Carnívoras – Fotos e Curiosidades - Plantas Carnivoras – Fotos e Curiosidades FOTO 2

FONTE: http://www.sempretops.com/curiosidades/plantas-carnivoras-fotos-e-curiosidades/

Plantas Carnívoras – Fotos e Curiosidades - Plantas Carnivoras – Fotos e Curiosidades FOTO 7

Plantas Carnívoras são plantas altamente adaptadas ao meio onde vivem, áreas com solo pobre e com carência de nitrogênio. Através de substâncias químicas produzidas pelas plantas, os tecidos dos pequenos insetos capturados são transformados em nitritos e nitratos que em seguida são absorvidos pelo vegetal.

São diversas as formas e cores dessas plantas magníficas, cada uma com características super interessantes.

Este gênero abrange cerca de oito espécies, nativas da América do Norte. Em geral, são encontradas em pântanos, lugares encharcados e nas margens de florestas de pinheiros. Dessas espécies, seis apresentam o mesmo formato tubular ereto; enquanto as armadilhas da Sarracenia purpurea e dar Sarracenia psittacina nascem horizontalmente rentes ao solo. Foi Classificado pelo botânico francês Tounerfort, em 1700, que batizou o gênero em homenagem a Michael Sarrazin, a pessoa que lhe enviou o primeiro exemplar desta planta.

As armadilhas, que em algumas espécies podem atingir quase 1 metro de altura, são folhas transformadas em jarros atraentemente coloridos. As sarracênias capturam os insetos num processo semelhante desenvolvido pelas nepentes.

A forma utilizada para captura de insetos é a seguinte:

O odor emitido e a cor dessas folhas adaptadas atraem o inseto para a borda do “jarro”, este se já se encontra umedecido com uma substância viscosa, o inseto ao pousar na borda escorrega para dentro onde esta armazenada uma substancia química que ira reagir com os tecidos do inseto. Se o inseto tentar subir as paredes internas da folha, não conseguirá, pois esta se encontra cheia de pêlos voltados para baixo impedindo assim a subida do animal.

As plantas carnívoras são aquelas que realizam atração, captura e digestão de presas. Hermafroditas, elas se repoduzem por sementes. Crescem normalmente em lugares inóspitos e úmidos como montanhas e pântanos. Justamente por isso, elas complementam sua alimentação (feita através da fotossíntese como todas as plantas) com as proteínas animais das presas, grandes fontes de nitrogênio, que compensam o que não pode ser retirado do solo pobre e ácido onde crescem. Suas vítimas são insetos e pequenos animais, como pererecas, pássaros e roedores. Essas predadoras possuem folhas modificadas como armadilhas, muitas em cores brilhantes e cheiro de néctar para melhor atrair as presas. Encontradas em quase todo o planeta, menos na região dos pólos, as carnívoras medem geralmente de um a três centímetros, apesar de haver algumas que podem chegar a um metro. O Brasil perde apenas para a Austrália no ranking de maior diversidade de espécies de plantas carnívoras apresentando 80 diferentes tipos.

Capacidade de compreensão de linguagem de um cão

Após ter sido apresentado em um programa de televisão por sua capacidade de compreender 200 palavras, um border collie chamado Rico intrigou alguns pesquisadores no instituto Max Planck. Esses pesquisadores questionavam se poderiam levar Rico a executar alguns experimentos a fim de descobrir até onde poderiam estender sua habilidade com as linguagens. A resposta: surpreendentemente longe.

Em um primeiro momento, os pesquisadores quiseram verificar se Rico, em um ambiente controlado, realmente conhecia 200 palavras. Para isso, eles usaram 10 objetos que Rico conhecia. Ao comando verbal de seu dono, eles pediram para ele pegar um item específico de uma sala separada. Rico se saiu muito bem nessa tarefa, mas os pesquisadores queriam desafiá-lo ainda mais. Em seguida, eles escolheram um novo item, um que Rico nunca havia visto em sua vida, e o colocaram na sala entre os itens familiares. O dono pediu o novo item pelo nome, e eis que Rico trouxe o novo item.

Os pesquisadores executaram esse teste diversas vezes, sempre pedindo um novo item, e viram que Rico, em 70% das vezes, levava o item correto. Isso demonstrou que o cão não apenas tinha um grande vocabulário, mas também sabia como usar o processo de eliminação.

Impressionados, os pesquisadores fizeram com Rico um teste ainda mais difícil. Eles queriam descobrir se o cão poderia lembrar dos itens que aprendeu no experimento depois de apenas uma exposição, um processo chamado de mapeamento rápido, que as crianças são capazes de fazer facilmente. Um mês depois de Rico ter provado suas capacidades de linguagem no laboratório, os pesquisadores o trouxeram de volta. Dessa vez, eles colocaram um dos novos itens (que Rico pegou corretamente no mês anterior) em uma sala com quatro itens familiares e outros quatro não-familiares. Quando o seu dono pediu, Rico conseguiu pegar corretamente o item em 50% das vezes. Embora possa não parecer nada notável, para os pesquisadores foi muito, pois essa taxa de sucesso é comparável à de uma criança de 3 anos.

Porém, comparar ou não a “compreensão” que um cão tem de uma palavra com a compreensão de uma criança é outra história. A fim de tratar dessa questão, deveremos ter uma base melhor sobre como funciona a linguagem e faremos isso na próxima página.

O “Efeito Hans Esperto”

No início do século 20, o alemão Wilhelm von Osten disse que seu cavalo, Hans Esperto, possuía habilidades fantásticas: ele não apenas entendia palavras, mas também podia fazer aritmética. Supostamente, Hans Esperto batia com seu casco o número correto de vezes para responder às questões matemáticas. As pessoas iam testar as notáveis declarações de von Osten apenas para ver se, de fato, o cavalo respondia precisamente. Como isso era possível? O psicólogo Oskar Pfungst investigou o assunto para descobrir que quando Hans Esperto respondia às perguntas, ele na verdade apenas respondia às sutis pistas inconscientes das pessoas. Apesar de não poder realmente fazer a aritmética, a habilidade de Hans Esperto certamente era impressionante.

Então, como sabemos se o efeito Hans Esperto não está funcionando com Rico? Rico conseguiu encontrar o objeto solicitado em uma sala afastada (com seu dono fora de vista), e isso convenceu os pesquisadores de que o cão não podia estar apenas adivinhando pistas físicas de seu dono.

 

O que significa para os animais entender palavras?

Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a objetos ou a idéias. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra “mamadeira” toda vez que lhe dão uma mamadeira, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças entendem as palavras antes de aprender a expressá-las. Alguém poderia dizer que o mesmo acontece com os cães. Os cães só não chegam ao próximo passo: falar. Porém, comparar ou não a “compreensão” que um cão tem de uma palavra à compreensão de uma criança é outra história.

bebê pegando uma garrafa
Marcy Maloy/ Digital Vision Collection/Getty Images
A maneira como o bebê aprende a palavra “mamadeira” é semelhante, em alguns aspectos, à forma de um cão
aprender as palavras

Quando uma criança aprende uma palavra como “lápis” ela associa a palavra ao conceito de um instrumento de escrita em uma variedade de maneiras (chegando a cometer o engano de chamar uma caneta de “lápis” depois de ver alguém usando uma para escrever). Por outro lado, os cães provavelmente aprendem a palavra “caneta” como um som que desencadeia uma resposta: “traga-me a caneta e eu te darei um petisco”, por exemplo.

Como os cães muito provavelmente não compreendem conceitos abstratos, eles não podem entender as palavras que se referem a tais conceitos. Por exemplo, humanos entendem idéias como “amor“, “ódio”, “crenças” e “descuido”. Essas idéias não são necessariamente relacionadas a um objeto ou a uma ação específica. Idéias que se referem a coisas específicas são chamadas de conceitos concretos. Então, quando dizemos aos cães que os amamos, isso provavelmente não signifique tanto para eles quanto a palavra “petisco”. Algumas pessoas podem dizer que até encontrarmos uma maneira de interpretar a mente de um cão, não poderemos dizer em definitivo se os cães entendem ou não conceitos abstratos. Até onde sabemos, os cães só compreendem palavras que se referem a coisas concretas.

Podemos dizer que os cães entendem a linguagem? Isso depende da definição de linguagem, que é discutível. Se a linguagem indica o processo de comunicar um estímulo particular (uma palavra) para produzir uma determinada reação, então os cães definitivamente compreendem a linguagem. Porém, para muitos lingüistas – pessoas que estudam a linguagem – a definição apropriada de linguagem deve ser aprofundada.

Alguns lingüistas acreditam que a linguagem precisa de sentenças com sintaxe. A sintaxe se refere à forma com que as palavras se relacionam entre si em uma frase, baseadas em um sistema de regras estruturadas, como a ordem das palavras. Por exemplo, apesar de ambas as frases possuírem as mesmas palavras, a frase “o cão morde o homem” significa o oposto de “o homem morde o cão”. Seguindo essa definição mais rígida de linguagem, os cães não compreendem linguagem porque não há motivos para acreditar que eles compreendam as frases dessa forma. Mesmo os bebês podem diferenciar as partes do discurso, como verbos e substantivos, o que um cão provavelmente não consegue [fonte: Kaminski]. Alguém pode dizer que, se os cães não podem usar a sintaxe como as crianças, então eles não podem realmente entender uma palavra porque eles não entendem como ela se relaciona a outras palavras.

Mas se os cães realmente não podem compreender a linguagem como os humanos, por que eles parecem nos entender tão profundamente? Certos estudos mostram que os cachorros reconhecem os gestos humanos como pistas melhor que outros animais, como os macacos de grande porte [fonte: Hare]. Assim, quando os cães parecem compreender nossas palavras, eles na verdade devem apenas estar lendo a nossa linguagem corporal ou nosso tom de voz.

Para mais informações sobre o melhor amigo do homem (em inglês), dê uma olhada nos links na próxima página.

FONTE: http://casa.hsw.uol.com.br/caes-e-palavras2.htm

Introdução

 

  cigarras  

Elas sairão debaixo da terra, onde permanecem escondidas na escuridão por quase duas décadas. Invadirão o meio-oeste dos Estados Unidos, incluindo a área metropolitana de Chicago. Ocuparão as florestas e os céus à medida que forem invadindo. Milhares delas cantarão juntas dia e noite. Elas são a Espécie XIII. Você deveria ficar com medo? Deveria tentar se proteger?

 

Na verdade, não. A única proteção que você pode precisar para receber as cigarras da Espécie XIII é um par de tampões de ouvido, porque o pior que podem fazer é mantê-lo acordado durante a noite.

 


Imagem cedida por NARA
Cigarra num pinheiro

 

As cigarras são insetos que voam, alimentam-se de plantas, são muito famosas por seus poderosos cantos e possuem aparência rara. Em 2007, as cigarras chegam para se apresentar. Neste artigo, vamos aprender mais sobre estes misteriosos insetos.

As cigarras são famosas por suas cantorias. O som agudo é, na verdade, um chamado para o acasalamento emitido pelos machos. Cada espécie tem seu som distinto, que atrai somente as fêmeas de sua própria espécie. Isso permite que diferentes espécies coexistam.

 

 


Foto cedida por EPA
Dave Davis, Cigarras

 

As cigarras são os únicos insetos capazes de produzir esse tipo de som. Algumas espécies maiores podem produzir um chamado que atinge mais de 120 decibéis a uma distância próxima. Isso pode causar dor ao ouvido humano. Espécies menores cantam tão alto que o som não pode ser ouvido por humanos, mas pode fazer com que cachorros ou outros animais uivem de dor.

O mecanismo usado pelas cigarras é complexo. Os órgãos que produzem o som são chamados de timbais. Os timbais são um par de membranas na base do abdômen. A cigarra canta ao contrair os músculos timbais internos. Isso faz com que as membranas se curvem internamente, produzindo um som distinto. Quando esses músculos relaxam, os timbais voltam para sua posição original. Os cientistas ainda não entendem completamente como esse mecanismo produz um volume tão alto.

Em geral, as cigarras cantam durante o calor do dia. Além de atrair uma parceira, o barulho alto afasta os pássaros. O som da cigarra é doloroso aos ouvidos dos pássaros e interfere em sua comunicação, dificultando a caça em grupo.

Até mesmo as próprias cigarras devem se proteger do volume do seu canto. As cigarras macho e fêmea têm um par de grandes membranas parecidas com espelhos chamadas de tímpanos, que funcionam como orelhas. Os tímpanos são conectados a um órgão auditivo por um pequeno tendão. Quando um macho canta, o tendão reage dobrando os tímpanos para que não haja danos causados pelo som.

FONTE: http://ciencia.hsw.uol.com.br/questao733.htm

Os animais que usam a visão para se locomover geralmente têm dificuldade em fazê-lo sem luz. Alguns, como as corujas, possuem olhos bem grandes, que utilizam para buscar a luz. Elas também usam seus outros sentidos para obter informações sobre seu ambiente. Os seres humanos, por outro lado, têm se esforçado para criar fontes de luz portáteis, geralmente artificiais, de maçaricos a lâmpadas e LEDs. Algumas formas de vida bioluminescentes possuem uma abordagem totalmente diferente – elas produzem sua própria luz e carregam-na ao redor de seus corpos.

Imagem da medusa-de-lua que não mostra a verdadeira luminescência.
Foto cedida por Kongxinzhu/Dreamstime
Imagens como essa geralmente são usadas para ilustrar a bioluminescência, mas, às vezes, elas não exibem a luminescência.
Essa é uma imagem surpreendente, resultado do flash da câmera que ricocheteou de uma medusa-de-lua.Muitos animais usam a luz que produzem da mesma forma que as pessoas utilizam lanternas ou holofotes. Mas os animais produzem luz de uma maneira bem diferente das lâmpadas. As lâmpadas tradicionais criam a luz através da incandescência. Um filamento dentro da lâmpada esquenta e emite a luz. Esse processo particularmente não é eficiente, uma vez que gera calor suficiente para fazer a luz desperdiçar uma grande quantidade de energia.

Bioluminescência na planta de fumo
Foto cedida por National Science Foundation
Uma planta de fumo usada pelos pesquisadores para estudar a forma como os genes relacionam-se com a luz fria foi alterada geneticamente usando os genes do vaga-lume

Os animais brilhantes, por outro lado, normalmente criam a luz através da luminescência. Em animais luminescentes, os compostos químicos se misturam para produzir o brilho. É semelhante à forma como as substâncias de um bastão luminoso combinam-se para produzir a luz. A luminescência é bem mais eficiente do que a incandescência. Não exige nem gera muito calor, então, às vezes, é conhecida como luz fria.

Os cientistas tiveram uma idéia básica da diferença entre incandescência e luminescência há 2.500 anos. Em 1600, pesquisadores começaram a descobrir exatamente como os animais produzem sua própria luz. Mas como animais diferentes usam substâncias diferentes, os cientistas ainda não sabem com exatidão como cada espécie bioluminescente produz luz. Em alguns casos, os pesquisadores não sabiam por que um animal produzia uma luz, nem como ele tinha controle para acender e apagar sua própria luz. Também pode ser bastante difícil estudar a bioluminescência, pois muitos animais, quando capturados, gastam todas as suas habilidades luminescentes. Em outros casos, o processo de captura destrói os órgãos que poduzem luz.

Princípios básicos da luz
Quente ou fria, a luz geralmente vem de uma fonte – um elétron excitado. Basicamente, a energia faz o elétron subir um nível na sua órbita atômica. Quando o elétron se fixa, ele libera um fóton, ou um pacote minúsculo de luz. Saiba mais sobre o processo em Como funciona a luz.

Nesse artigo, examinaremos o processo básico por trás da luminescência e como os animais utilizam as habilidades luminescentes a seu favor. Também veremos algumas questões sem respostas sobre como e por que os animais produzem luz.

Formas de vida bioluminescentes

 

Você pode encontrar formas de vida bioluminescentes em todo o planeta Terra. Na terra, as espécies brilhantes de fungos alimentam-se de madeira podre, criando o misterioso fenômeno noturno conhecido como fosforescência. Em alguns tipos de fungos, toda a estrutura brilha. Em outros, como o Omphalotus olearius, somente parte do fungo – nesse caso, as lamelas – emitem luz.Existem outros animais terrestres bioluminescentes, incluindo insetos, centopéias, diplópodes e minhocas. Um dos insetos luminescentes mais conhecidos é o vaga-lume (em inglês). As pessoas geralmente imaginam os vaga-lumes como insetos adultos brilhantes, mas a larva do vaga-lume também pisca. As minhocas luminosas também são insetos – são as larvas de várias espécies de moscas e besouros. Algumas pessoas referem-se aos vaga-lumes como minhocas brilhantes, pois algumas fêmeas não possuem asas e assemelham-se mais a minhocas do que a insetos.
Regiões do oceano e animais bioluminescentes
Os animais bioluminescentes vivem principalmente em regiões do oceano que não recebem muita luz do sol
A maior parte dos animais bioluminescentes do mundo existe no oceano, não na terra. As formas de vida bioluminescentes vivem nas profundezas do oceano, mas a maioria existe em uma zona particular – a zona crepuscular. Essa zona também é conhecida como a zona disfótica, ou a zona mal iluminada. É a zona mais profunda do que a iluminada pelo sol, ou a zona eufótica, mas mais rasa do que a zona da escuridão, ou a zona afótica. Sua profundidade exata depende de uma série de fatores, incluindo a composição da água e as características do fundo do mar. Mas, geralmente, a zona crepuscular estende-se de 201 metros a cerca de 1006 metros de profundidade.Apenas uma quantidade pequena de luz do sol chega a essa profundidade do oceano. A água do mar absorve a luz do sol amarela, laranja e vermelha e dispersa uma luz violeta, para que a luz que chega à zona crepuscular seja verde-azulada. Isso até certo ponto, pois a luz verde-azulada possui um comprimento de onda pequeno; assim, tem mais força para penetrar na água. Veja Como funciona a luzpara saber mais sobre o comportamento de diferentes comprimentos da onda da luz.Muitos animais bioluminescentes vivem nessa profundidade, incluindo águas-vivas, lulas, camarões, krills (pequenos crustáceos semelhantes ao camarão), minhocas marinhas e peixes. A maioria produz uma luz com comprimento de onda de aproximadamente 440 a 479 nanômetros. Ela corresponde à luz do sol verde-azulada que existe nessa parte do oceano. O brilho dos animais pode percorrer uma longa distância, além de misturar-se à luz que vem da superfície. Em algumas partes do oceano, esses animais são as principais fontes de luz.

Os animais utilizam a bioluminescência para uma série de finalidades. A seguir, veremos como a capacidade de criar luz ajuda-os a sobreviver.

Luz vermelha oceânica

Uma espécie do Malacosteus niger, que vive no fundo do mar, pode produzir luz vermelha. Essa luz não consegue ir muito longe nas partes mais escuras do oceano. Além disso, muitas espécies de águas profundas não conseguem enxergar a cor vermelha, então, a luz vermelha do Malacosteus niger pode permitir que ele fique manchado e se aproxime sorrateiramente da presa.

 

Por que os animais produzem luz

Os cientistas não sabem por que todas as formas de vida bioluminescentes brilham. Por exemplo, várias espécies de minhoca criam uma secreção luminescente sem nenhum propósito evidente. A razão de alguns cogumelos brilharem também é desconhecida, embora alguns cientistas criem teorias de que o brilho atrai os insetos, que acabam espalhando as sementes dos cogumelos. Alguns animais acendem quando animais próximos começam a brilhar, e nem sempre existe uma razão clara para esse comportamento.

Essa incerteza existe no oceano, assim como na terra. Algumas espécies de plâncton unicelular, chamadas de dinoflagelados, brilham quando são incomodadas. Marés, tempestades, animais de vida marinha e os navios que passam podem fazer com que grandes quantidades de plâncton produzam luz simultaneamente. Os dinoflagelados são responsáveis pelo fenômeno conhecido como mar luminoso, que faz o oceano brilhar. Em alguns casos, esse brilho é tão intenso que interfere na navegação marítima.

Um mar luminoso de 15.000km² distante da costa da África
Foto cedida por Navy Research Lab
Um mar luminoso de 15.000km² distante da costa da África,
descoberto em 2005, era visível do espaço

A teoria do alarme contra roubos é uma possível explicação para a forma como essa reação à perturbação ajuda na sobrevivência do plâncton. Se um peixe pequeno começa a se alimentar de plâncton, esse plâncton atacado emite um clarão. A luz atrai peixes maiores, que provavelmente serão os predadores dos menores. Em outras palavras, o clarão é um alarmeque chama a atenção de animais maiores próximos para a presença de animais pequenos. Contudo, esse sistema não parece ser tão seguro quanto alguns usos mais lógicos da bioluminescência.­Segue o resumo de alguns usos principais da bioluminescência na terra e no mar:

  • comunicação: os vaga-lumes  piscam um para o outro seguindo um padrão específico das espécies, geralmente, para encontrar um parceiro;
  • localização de alimento: nas profundezas crepusculares do oceano, algumas espécies de peixes usam sua luz como uma espécie de lanterna para localizarem a presa;
  • atração da presa: algumas espécies, como o peixe-sapo, utilizam uma isca luminescente para atrair outro peixe;
  • camuflagem: nas partes mais escuras do oceano, é difícil conseguir ver qualquer coisa abaixo de você, mas é fácil enxergar o contorno do que está acima. Por esse motivo, algumas espécies produzem pontos luminosos nas suas partes de baixo, que deixa seu contorno turvo e permite que elas se misturem com a luz que vem da superfície. Isso também é conhecido como iluminação contrária;
  • disfarce: o tubarão charuto possui uma parte de baixo apagada, que se assemelha a um peixe menor quando vista de baixo. Quando um grande predador se aproxima, o tubarão pode tirar um grande pedaço e, então, fugir. Isso permite que o tubarão charuto mate animais muito maiores e mais fortes do que ele;
  • auto-defesa: quando ameaçados, alguns animais liberam um jato de líquido bioluminescente, semelhante à forma como a lula se defende com uma névoa de tinta. Outros utilizam uma luz brilhante para cegarem os predadores.

Além de terem várias finalidades diferentes para a luz, os organismos bioluminescentes combinam muitas substâncias diferentes para produzi-la. Na próxima seção, veremos os princípios básicos do processo.

Como os animais produzem luz

Em geral, a bioluminescência envolve a combinação de dois tipos de substâncias em uma reação que produz luz. Uma é a luciferina, ou a substância que produz a luz. A outra é a luciferase, ou a enzima que cataliza a reação. Em alguns casos, a luciferina é uma proteína conhecida como fotoproteína, e o processo de produção de luz requer um íon carregado para ativar a reação. Ativadores neurológicos, mecânicos, químicos ou os ainda não detectados podem iniciar as reações que criam a luz.

Geralmente, o processo requer a presença de outras substâncias, como oxigênio ou ATP (trifosfato de adenosina). O ATP é uma molécula que armazena e transporta energia na maioria dos organismos vivos, incluindo o corpo humano. A reação luciferina-luciferase também pode criar subprodutos, como a oxiluciferina e a água.

Como a luciferina e a luciferase juntas trazem a luz

Os termos luciferina e luciferase originam-se do latim lúcifer, que significa “que traz luz”. Eles são termos genéricos, e não nomes de substâncias químicas específicas. Muitas substâncias diferentes podem agir como luciferinas e luciferases, dependendo das espécies da forma de vida bioluminescente. Por exemplo, a luciferina celenterazina é comum na bioluminescência marinha. Os dinoflagelados que obtêm o alimento através da fotossíntese utilizam uma luciferina que se assemelha à clorofila. Sua luminescência fica mais brilhante após dias ensolarados. Alguns camarões e peixes parecem fabricar sua luciferina a partir de seu alimento.

As espécies de dinoflagelados que contam com a fotossíntese para se alimentarem possuem luciferina semelhante à clorofila.
As espécies de dinoflagelados que fazem fotossíntese possuem luciferina semelhante à clorofila
 

Nem todos os animais produzem sua própria luz. Prossiga a leitura para conhecer os animais que contam com outras formas de vida para sua luminescência e para saber como a luz viva pode ser útil aos seres humanos.

 

Evolução e luz compartilhada

Os animais podem armazenar essas substâncias em seus próprios corpos ou desenvolver uma relação simbiótica com as bactérias que produzem luz. Essas bactérias vivem em um órgão luminoso no corpo do organismo hospedeiro. As bactérias produzem luz o tempo todo, por isso, para acender e apagar suas luzes, alguns animais podem puxar seus órgãos luminosos para dentro do corpo. Outros cobrem-nos com pedaços de pele semelhantes às pálpebras. Alguns organismos também utilizam uma substância fluorescente, como a GFP (green fluorescent protein – proteína fluorescente verde), para ajustar a cor da luz que criam. A substância fluorescente absorve a luz verde-azulada e emite-a como uma cor diferente. 


Foto de M. J. McFall-Ngai e E. G. Ruby, University of Hawaii
através da NSF
Órgão luminoso da lula Euprymna scolopes


Foto de J. W. Hastings, Harvard University, por meio de E. G. Ruby, University of Hawaii, através da NSF
Vibrio fischeri, que produz luz no órgão luminoso da lula

Devido a todas essas variações em luciferinas, luciferases e a forma como os animais as utilizam, muitos pesquisadores acreditam que a capacidade de produzir luz simultânea e independentemente evoluiuem várias formas de vida. O fato de existirem alguns animais bioluminescentes em ambientes de água doce apóia essa teoria. Corpos de água doce não existiam até surgirem os oceanos, por isso, os animais que vivem lá não tiveram muito tempo para se adaptarem ao ambiente. Além disso, as bases da maioria dos corpos de água doce não são escuras o suficiente para necessitarem de fontes de luz adicionais. 

Bioluminescência na lula Euprymna scolopes adulta
M. J. McFall-Ngai e E. G. Ruby, University of Hawaii, Courtesy National Science
Uma lula Euprymna scolopes adulta, que abriga
bactérias luminescentes em seu órgão luminoso

­Os animais têm muitos métodos de produzir e usar a luz, e as pessoas descobriram vários usos para a luz que esses animais criam. Os pesquisadores podem usar organismos luminescentes unicelulares, que acendem quando incomodados, para estudarem a forma como os animais se movimentam na água. Os cientistas também deram características bioluminescentes a animais não-luminescentes para realizarem uma pesquisa sobre a progressão de doenças como câncer e o mal de Alzheimer. Tal pesquisa pode tornar a bioluminescência tão útil às pessoas quanto é para outras formas de vida.

Para saber mais sobre vida marinha, bioluminescência e tópicos relacionados, verifique os links na próxima página.

FluorescênciaEmbora alguns animais utilizem a fluorescência para criar a luz, ela não é a mesma coisa que bioluminescência. Na bioluminescência, duas ou mais substâncias combinam-se para gerar a luz, como as substâncias em um bastão luminoso. Na fluorescência, uma substância absorve a luz de uma cor e emite a luz de outra cor. Um exemplo disso são os pôsteres, que brilham uma cor púrpura quando colocados sob uma luz negra.

A teia (ou seda) da aranha é composta por cadeias de aminoácidos. Em outras palavras, a teia é simplesmente uma proteína (consulte Como funciona a alimentaçãopara mais detalhes dos aminoácidos e proteínas). Os dois aminoácidos básicos são glicina e alanina.

 

A teia da aranha é extremamente forte – cerca de cinco vezes mais forte que o aço e duas vezes mais forte que o Kevlar (em inglês) de mesmo peso. Muito resistente, a teia da aranha também tem a capacidade de se esticar 30% a mais que seu comprimento original sem se romper

FONTE: http://ciencia.hsw.uol.com.br/questao87.htm

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