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Archive for outubro \31\UTC 2008

 Arte Pintura Nu Coxas Sexo Mulher Realismo Courbet Origem Mundo Erotismo Pornografia

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Edgar Degas –  auto-retrato  (1834-1917
 
 
 
 
 

Dancers climbing the stairs, c. 1886-90

 

“Chamam-me o pintor das bailarinas”, dizia Degas com tristeza, “não compreendem que a bailarina é um pretexto para reproduzir o movimento fluido.”

 

 

 
 
Edgar Degas foi o pintor do movimento.O tema tornou-se busca incansável para o artista, basta apenas dizer que o universo do balé, sobretudo, com suas bailarinas, foi um dos assuntos a que ele se dedicou, repetidamente, por anos, em pinturas, desenhos e esculturas, Mas a busca do movimento não apenas se traduziu nos gestos de leveza das bailarinas que figuram em tantas de suas obras.
 
Degas não foi um artista que gostasse de fazer pinturas de observação; não costumava sair a campo, como muitos de seus contemporâneos, mas criar e recriar em seu ateliê obras que, em sua maioria, representam cenas de balé, da beleza das bailarinas, mulheres banhistas, cenas de interiores, retratos. Paisagens pouco lhe interessavam, elas aparecem poucas vezes como fundo de alguma corrida de cavalos.
 
Seu amigo Manet desaprovava o gênero de pintura que ele praticava, mas reconhece suas qualidades e elogia em especial seus retratos. Entre estes estava The Bellelli Family, 1859-60, que traz uma composição bastante ousada: posturas anticonvencionais e personagens focalizados num momento de intimidade, com sutilíssimas expressões.
 
Outro flagrante digno de nota é The Orchestra of the Opera, c. 1870, em que ele focaliza seu amigo Désiré Dihau, músico que lhe possibilitou freqüentar os bastidores da Ópera de Paris, logo transformados em incontáveis obras. Sua concepção é totalmente inédita: trata-se de um retrato ambientado, com Dihau a tocar, ao lado de seus companheiros, no poço da orquestra do teatro. A liberdade no tratamento dos personagens e de suas posturas dá ao quadro um sentido de instantâneo fotográfico. Ninguém está posando e, no palco ao fundo, algumas bailarinas mostram os corpos fragmentados, como se um fotógrafo, atento ao modelo central, não tivesse pensado em enquadrá-las.
 
O seu temperamento frio, distante, não estimulava a companhia de amigos e sempre se sentiu e viveu como um solitário, segundo escreve Paul Valery em Degas dança desenho (Cosac Naify)  “por seu rigor, pela inflexibilidade de seus julgamentos.” Daí retratar tão bem a solidão no quadro In a Cafe (The Absinthe Drinker), 1875-76, em que se deve notar a posição oblíqua das mesas, o que antecipa o cinema e lembra a velha pintura holandesa de interiores.
 
Outros aspectos da sua vida e obra se encontram na 1ª e 2ª Mostras, já remetidas.

 
 
 
 
 
Edmond Duranty, 1879
 
Four Dancers, 1899
 
In a Cafe (The Absinthe Drinker), 1875-76
 
The Bellelli Family, 1859-60
 
The Duke and Duchess Morbilli, c. 1865
 
The Orchestra of the Opera, c. 1870
 
 

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William A. Bouguereau (La Rochelle, 30 de Novembro de 1825 — La Rochelle, 19 de Agosto de 1905) foi um pintor acadêmico francês.

Tradicionalista, despretensioso e modesto, tornou-se um conceituado artista do século XIX e foi um membro de liderança do Instituto da França e presidente da Sociedade de Pintores, Escultores e Gravadores.

A sua reputação como pintor de temas mitológicos não faz justiça ao pintor de ternas mães, crianças e jovens raparigas. A maior parte destas obras foram pintadas na sua terra natal, La Rochelle, no jardim do seu estúdio, em um estilo realista quase fotográfico que se tornou um sucesso entre os colecionadores de seu tempo, embora modernamente tenha sido relativamente esquecido pela celebridade dos impressionistas seus contemporâneos.

Em 1896, com 71 anos, desposou uma estudante de arte norte-americana, Elizabeth Gardner, cujas pinturas mostram claramente a forte influência do seu mestre.

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O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, “Impressão, nascer do sol”, quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: “Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha.” . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura. 
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Impressão, nascer do solPintor francês, tido como o maior expoente do Impressionismo. Durante muito tempo Monet foi considerado, como Cézanne observou, “meramente um olho, mas que olho”, traduzindo para as telas as imagens diante dele. Cézanne foi um pintor intelectual, criador de uma teoria que se tornou a base da arte moderna; quando ele chamou Monet de “meramente um olho”, não quis dizer o olho mundano através do qual a maioria de nós vê o mundo. O olho de Monet era o olho de um pintor, um olho com uma mente criativa por detrás, interpretando a realidade aparente e colocando-a no contexto das idéias do pintor, criando assim uma nova visão para o espectador.

  A abordagem do mundo por Monet seguia linhas venezianas em vez de florentinas: ele interpretava o mundo através da cor e não do desenho. Seus ancestrais são Ticiano e Claude, e não Michelangelo e Poussin. Como seus predecessores, Monet descobriu que a cor tem suas próprias razões, assim como o desenho, a cor rompe as nítidas exigências da linha. Monet buscava a verdadeira realidade por trás da aparência visual esticando a cor até seu limite e procurando, na própria natureza, aquelas nuanças significantes que expressam a realidade do mundo.

 

Claude Oscar Monet nasceu em Paris, no dia 14 de novembro de 1840. Seu pai era comerciante de secos e molhados e queria que o filho tivesse uma profissão. O destino decidiu o contrário. Quando Monet estava com cinco anos, a família se mudou para Le Havre, um agitado porto marítimo na desembocadura do Sena. O jovem Monet ficou excitado com o movimento das embarcações e com os variantes humores do mar – eles atraíam seu temperamento naturalmente volátil e sentimental.

No final da adolescência, ele conheceu Eugène Bodin, pintor que tinha uma loja de pigmentos. Bodin viu alguns desenhos do jovem Monet e o encorajou a pintar e, o que é mais, a pintar ao ar livre, método não muito comum numa época de pintores de ateliê.

 

Entusiasmado com a idéia de ser pintor, Monet foi para Paris, ingressando na Académie Suisse e no estúdio Gleyre. Ambos os lugares eram sementeiras para novas gerações de pintores e ali Monet conheceu Bazille, Pissaro, Renoir, Sisley e outros, os dois últimos se tornara seus amigos para o resto da vida.

Em 1870, Monet casou-se com Camille Doncieux e os dois foram para Trouville passar a lua-de-mel. De lá, Monet foi até Le Havre e, por motivos que ninguém soube explicar, mas que provavelmente estavam relacionados com o medo de ter que se alistar no exército francês, viajou para a Inglaterra no início da Guerra Franco-Prussiana. Sua mulher teve que ser resgatada por Boudin e enviada depois dele.

Em Londres, para onde Pissaro também fugira, Monet pintou suas primeiras cenas londrinas. Terminada a guerra, ele e a mulher voltaram para a França, em 1872, e fixaram residência perto de Paris, à beira do Sena, em Argenteuil. Ali, Monet iniciou um fértil período de pinturas e discussões sobre arte com seus amigos Renoir, Manet e Sisley. Em 1878, mudou-se novamente para a vizinha Vétheuil. Foi ali que Monet fez amizade com um rico negociante, Ernest Hoschedé e sua esposa, Alice, que se tornaram admiradores de seus quadros. Quando os negócios de Hoschedé foram abaixo, ele desapareceu deixando a mulher e os filhos com Monet.

 

No ano seguinte, sua amada esposa Camille, morreu de tuberculose meses depois de ter dado à luz o seu segundo filho. Monet registrou o seu leito de morte em um quadro extraordinário. Depois da morte de Camille, o inquieto Monet fez várias viagens à Riviera francesa e à italiana, à Normandia e à costa atlântica da França. Onde ia, pintava, mas não estava contente com o seu trabalho. Temas diferentes não eram a resposta; o importante era a pintura em si, o significado da realidade através da cor.

Monet acabou voltando para o campo perto de Paris, alugando e depois comprando uma casa em Giverny onde começou a plantar um jardim onde pudesse pintar. Em 1891, começou a sua famosa série de montes de feno nos campos circunvizinhos, em todas as épocas do ano e condições climáticas. Um ano depois, começou a sua igualmente famosa série de quadros da Catedral de Rouen. Ao mesmo tempo, pintou várias vezes o seu jardim em Giverny.

Alice Hoschedé já compartilhava da vida de Monet há alguns anos: as cartas que lhe escreveu sobre as excursões para pintar, e sobre seus medos e esperanças, dão uma visão maravilhosa da mente do artista. Quando o marido dela morreu, em 1892, Alice e Monet se casaram.

 

Monet entrou numa fase feliz e produtiva da sua vida. Seus trabalhos foram aceitos pelo Salão Oficial e não lhe faltava dinheiro. Viajava para a Noruega, Veneza, Londres, mas seu lar, tanto doméstico quanto artístico, era em Giverny.

A morte de Alice, em 1911, deixou-o só e desolado, e ele estava tendo dificuldades para enxergar. Depois de uma operação de catarata, e usando óculos especiais, pôde continuar trabalhando e foi incentivado por Georges “Tigre” Clemenceau a terminar a grande série de nenúfares que o governo francês adquiriu. Embora aclamado como um grande pintor fanês, o próprio Monet, como a maioria dos artistas, jamais sentiu ter alcançado a perfeita realização de suas idéias. Morreu no dia 6 de dezembro de 1926.

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PINTURAS DE RENOIR

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Renoir nasceu em Limonges, no dia 25 de fevereiro de 1841. O pai era um alfaiate que se mudou para Paris onde o jovem artista, aos quatorze anos, entrou como aprendiz numa firma de pintores de porcelana. Seu talento natural para as cores recebeu nova direção quando ele passou nos exames para a Ecole des Beux-Arts, ingressando no ateliê Charles Gleyre onde conheceu outros jovens pintores que, mais tarde, seriam rotulados impressionistas.Os primeiros trabalhos desses rapazes foram ridicularizados pelas instituições artísticas parisienses e tiveram sua exposição recusada pelo Salão oficial. Para sobreviver, Renoir pintava retratos convencionais, mas também expunha suas obras rejeitadas pelo Salão no Salon des Refusés. 

Junto com Monet, amigo pessoal, formou o núcleo do grupo impressionista. Uma visita à Itália, entre 1881 e 1882, inspirou-o a buscar maior consistência para sua obra. As figuras tornaram-se mais imponentes e formais, e muitas vezes abordou temas da mitologia clássica. Nos seus últimos anos de vida, também dedicou-se à escultura, com o auxílio de assistentes.

Embora Pierre Auguste Renoir fosse um dos fundadores do Impressionismo e um pintor revolucionário, sua verdadeira ambição, descoberta somente em 1881 quando esteve na Itália, era ser um artista em grande estilo renascentista, como Ticiano. Antes disso, sua pintura era decorativa, com uma delicada percepção de cor que havia desenvolvido como aprendiz de pintura em porcelana.

 No ateliê Gleyre, Renoir fez amizade com Claude Monet e os dois começaram a pintar juntos, principalmente em Argenteuil, perto de Paris, onde Monet tinha uma casa que se tornou ponto de encontro desses novos pintores. Em 1874, cansados de serem rejeitados pelo Salão, vários desses artistas, inclusive Renoir, Monet, Sisley e Berthe Morisot, organizaram sua própria exposição. Renoir incluiu sete quadros nesta mostra, que não foi um sucesso financeiro mas deu aos pintores o nome de “Impressionistas”, termo que no início era usado como uma forma de ridicularizá-los. 
 
Na segunda Exposição Impressionista, em 1876, Renoir apresentou 15 trabalhos. Neste período, seus quadros estavam agradando cada vez mais, como Madame Charpentier e suas filhas alcançando um enorme sucesso no Salão em 1879.  
 
Aí aconteceu a sua viagem à Itália, em 1881. Ele ficou tão impressionado com o trabalho dos renascentistas italianos que chegou à conclusão de que nada sabia de desenho, e muito pouco de pintura. A parti daí, firmaria o seu traço e abandonaria aos poucos a maneira impressionista de aplicar as tintas em pequenas pinceladas, passando a usar o método tradicional de espalhá-las em camadas e vernizes.
A visita de Cézanne em L’Estaque, perto de Marselha, ao voltar da Itália par casa, confirmou esta sua nova abordagem. Cézanne havia rompido com Impressionismo para desenvolver um rígido estilo estrutural próprio. Renoir, então, concentrou-se em criar as suas próprias e novas técnicas. Seu Guarda-chuvas, pintado durante vários anos, no início da década de 1880, foi uma composição formal cheia de planos de cores e com rígida estrutura de um quadro de Cézanne.
 
Percebendo que traço firme e riqueza de colorido eram coisas incompatíveis, Renoir concentrou-se em combinar o que tinha aprendido sobre cor, durante seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação de tinta. o resultado foi uma série de obras-primas bem no estilo Ticiano, assim como de Fragonard e Boucher, a quem ele admirava. Os trabalhos que Renoir incluiu em uma mostra individual de 70, organizada pelo marchand Paul Durand-Ruel, foram elogiados, e seu primeiro reconhecimento oficial veio quando o governo francês comprou Ao Piano, em 1892.  
  
Em 1885 nasce Pierre, filho de Renoir e Aline Charigot, há muito tempo sua amante e modelo. Três anos depois, visitando Cézanne em Aix-en-Provance, Renoir descobriu Cagnes que passou a ser sua residência de inverno quando começou a sofrer de artrite e reumatismo. Passava longos períodos no sul com Aline, agora sua esposa, somando à família mais dois meninos: Jean, nascido em 1894, que seria um dos maiores diretores de cinema na França, Claude (Coco), nascido em 1901. A casa em Cagnes, Les Colletes, que Renoir construiu em 1907, se tornou um importante refúgio para o trabalho e a vida doméstica.   
 
Piorando da artrite, Renoir sentia cada vez mais dificuldades para segurar os pincéis e acabou tendo que amarrá-los às mãos. Começou também a esculpir, na esperança de poder expressar seu espírito criativo através da modelagem, mas até para isso ele precisou de ajuda, que veio na forma de dois jovens artistas, Richard Gieino e Louis Morel, que trabalhavam segundo suas instruções.Apesar das graves limitações físicas, Renoir continuou trabalhando até o último dia de sua vida. Sua grande tela exposta no Louvre, As Banhistas, foi terminada em 1918. Em 1917, ele recebeu a visita de um jovem pintor chamado Henri Matisse, que estava destinado a transportar suas idéias sobre cor a uma nova era. Renoir morreu em Cagnes, no dia 3 de dezembro de 1919, aos 78 anos, e reconhecido como um dos maiores pintores da França.

 
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Bosch: Jardim das Delícias (1504) – Prado, Madrid

Michelangelo: Il Giudizio Universale / Juízo Final (1541) – Capela Sistina, Roma

Ernst: Europa depois da II Rain (1942) – Coleção Sumner, Hartford

Klimt: Beethovenfries (1902) – Sezession, Wien

Dali: Persistência da Memória (1931) – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque

Klimt: O (1913) Virgin – National Gallery, em Praga

Bosch: O Julgamento Final (1505) – Akademie der Künste Gemaldegalerie Bildenden der, Wien

Klimt: O Beijo (1908) – Belvedere, Viena

Botticelli: della Allegoria Primavera (1478) – Uffizi, Florença

Monet: Nimphee (1926) – Orangerie, Paris

Dali: Metamorfose de Narciso (1937) – Tate Gallery, Londres

Leonardo: Il Cenacolo / A Última Ceia (1497) – S. Maria delle Grazie, Milão

Rubens: Fall of the Damned der Hollensturz / Der Verdammten

Uccello: Battaglia di San Romano / Parte I (1456) – Uffizi, Florença

Van Gogh: Starry Night (1889) – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque

Raffaello: Sposalizio della Vergine (1504) – Piancoteca di Brera, Milão

Dali: Construção Mole com Feijões Cozido (1936) – Museu de Arte de Filadélfia

Bruegel: Triunfo da Morte (1562) – Prado, Madrid

Botticelli: Nascita di Venere (1485) – Uffizi, Florença

Rubens: A Adoração dos Magos, Prado, Madrid

Monet: Catedral de Rouen, Paris, Musée National d’Orsay,

Greco: Toledo (1599) – Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque

Giotto: Cappella degli Scrovegni, Pádua (1305)

Cranach: Flugelaltar mit dem Gericht Jungsten (1524) – Gemäldegalerie, Berlin

Seurat: Cirque du La Parade (1888) – Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque

Ernst: La Ville Entiere (1936) – Kunsthaus, Zurique

Rembrandt: Empresa Milícia (1642) – Stedelijk Museum, Amsterdam

Van Eyck: Madonna na Igreja (1425) – Gemäldegalerie, Berlin

Bruegel: a batalha entre o Carnaval ea Quaresma (1559) – Kunsthistorisches Museum, Viena

Leonardo: Gioconda / Mona Lisa (1505) – Louvre, Paris

Raffaello: Trasfigurazione (1519) – Pinacoteca Vaticana, Roma

Rousseau: Cigana Adormecida (1897) – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque

Piero della Francesca: Leggenda della Vera Croce (1460) – S. Francisco, Arezzo

Van Gogh: Comedores de Batata (1885) – Museu Van Gogh, de Amesterdão

Bruegel: Holandês Provérbios (1559) – Gemäldegalerie, Berlin

Greco: Crucificação La (1594) – Prado, Madrid

Seurat: La Grande Jatte (1886) – Instituto de Arte de Chicago

Altdorfer: A Batalha de Alexandre (1529) Grande – Alte Pinakothek, Munique

Monet: O Grainstack (1896) – Museu de Belas Artes de Boston

Klee: Marginen Ad (1930) – Kunstmuseum, Basiléia

Festa de Belsazar (1635) – National Gallery, Londres: Rembrandt

Van Gogh: Ciprestes (1889) – Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque

Rubens: St Gallery, Agostinho Nacional, Praga

Van Eyck: Giovanni Arnolfini e sua Esposa (1434) – National Gallery, Londres

Renoir: Bal du Moulin de la Galette (1876) – Paris Musée National d’Orsay,

Renoir: Le Déjeuner des Canotiers (1881) – Phillips Collection, Washington

Goya: Aquelarre / Il Grande caprone (1821) – Prado, Madrid

Velasquez: Las Meninas (1656) – Prado, Madrid

Chagall: Eu ea Aldeia (1911) – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque

Van der Weyden: Deposição (1435) – Prado, Madrid

Rembrandt: Lição de Anatomia do Dr. Tulp Nicolaes (1632) – Mauritshuis, Den Haag

Van Eyck: Rinaldo e Armida, Louvre, Paris

Rousseau: Noite de Carnaval (1886) – Museu de Arte de Filadélfia

Renoir: Les Parapluies / A Guarda (1884) – National Gallery, Londres

Van Eyck: A Virgem de Ivers (1435) – Louvre, Paris

Goya: Asmodeo (1821) – Prado, Madrid

Greco: Lacoonte (1610) – National Gallery, Washington

Magritte: Specchio Falso (1928) – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque

Magritte: Humain Estado (1934) – National Gallery, Washington

Giacometti: Planeten der Das Kreisen (1910) – Kunsthaus, Zurique

Tansey: Triunfo sobre Mastery (1986) – # #

Tansey: Retiro Forward (1986) – Fundação de Arte Gerais, #

Tansey: Mont Sainte Victoire (1987) – # #

Millet: Descansando Colheitadeiras (1853)

Veronese: Nozze di Cana (1563) – Louvre, Paris

DeVries: Badernder mit Palastarchitektur (1596) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Velasquez: Hilanderas Las (166?) – Prado, Madrid

Memling: Johannesalterarn (1490) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Bruegel: Torre de Babel (1563) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Bruegel: Procissão (1564) Calvário – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Bruegel: Massacre dos Inocentes (1567) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Bruegel: Bethlem (1566) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Cranach: Friedun Johan (1544) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Caravaggio: Davide Galea / (1607) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Rubens: Stormy Paisagem com Philomenon / Gemitterland Schaft mit Philenen (1625) – Kunsthistorische Muzeum, Wien

Rubens: Festa de Vênus / (1637) Vennsfest – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Rubens: Milagre de St. Ignatz (1618) – Muzeum Kunsthistorische, Wien

Wien Muzeum Kunsthistorische – Malkunst (1666): Vermeer

Vermeer: The Astronomer (1668) – Louvre, Paris

Klimt: Judith I (1901) – Belvedere, Viena

Klimt: Melo (1912) – Belvedere, Viena

Paolo Uccello: Battaglia di San Romano II / Part (1456) – National Gallery, Londres

Paolo Uccello: Battaglia di San Romano III / Part (1456) – Louvre, Paris

Paolo Uccello: San Giorgio Dragone e il – National Gallery, Londres

Klimt: Kaven Schloss Avenue (1912) – Belvedere, Viena

Klimt: Faia (1903) – Belvedere, Viena

Klimt: Riedler Fritza (1906) – Belvedere, Viena

Klimt: Blochbauer Adele (1907) – Belvedere, Viena

Schiele: Death and the (1915) Maiden – Belvedere, Viena

Schiele: Mãe de dois filhos (1917) – Belvedere, Viena

Schiele: Rainerbub (1910) – Belvedere, Viena

Schiele: Família (1917) – Belvedere, Viena

Bruegel: Sermão de Budapeste São João 1566, Muzeum Szepmuveszen,

Bruegel: Triumph of Death (15?) – Gegenwartskunst Museu de peles, Basel

Holbein: Nikolaus Kratzer (1528) – Louvre, Paris

Holbein: Gisze Georg (1532) – Louvre, Paris

Holbein: Embaixadores (1533) – National Gallery, Londres

Rubens: debarquement de Marie de Médicis (1625) – Louvre, Paris

Dali: Munchen Apoteosis de Homero, Kunst Moderner Staatsgalerie,

Dali: L’du Desir Enigme (1929) – Kunst Moderner Staatsgalerie, Munchen

Fonte: www.blogdotony.com.br

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MISTÉRIOS

CASO ROSWELL

Rumoroso acontecimento que teria transcorrido na localidade de Roswell (Novo México, EUA), em 4 de Julho de 1947 no Dia da Independência estadunidense), onde supostamente um OVNI teria caído. Uma das suposições é a de que neste incidente teria sido capturado algum espécime extraterrestre ainda com vida,e que teria sido levada para área 51.

Faltavam dez minutos para as 10 horas da noite tempestuosa de 2 de julho de 1947. Na varanda de sua casa , num bairro da cidade de Roswell, no Estado norte- americano do Novo México, o casal Wilmot espantou-se ao ver surgir velozmente no céu um objeto enorme, oval e incandecente. Um outro homem, William Woody também viu. Tudo foi muito rápido… na seqüência, o fazendeiro William Mac Brazel e seus vizinhos ouviram um estrondo. Algo ocorreu em meio à tempestade.

Na manhã seguinte o fazendeiro Brazel saiu para verificar os danos causados pela tempestade. Numa área remota de sua fazenda, encontrou destroços de algo que havia se espatifado no chão na noite anterior. Muitos pedaços de uma folha metálica maleável, que, após ser apertada, voltava para a forma original. Ele também encontrou bastões de uma matéria semelhante à uma rocha basáltica, resistente, que não podia ser queimada nem cortada. Nesses objetos estavam impressos estranhos sinais, na cor lilás, que lembravam uma escrita oriental ou hieroglífica. Recolheu certa quantidade e guardou em seu galpão, sem saber bem o que fazer. Mesmo relutante, acabou indo à delegacia no dia seguinte.

Depois de falar com Brazel, o xerife George Wilcox entrou em contado com o major Jesse Marcel, oficial do setor de Inteligência do Grupo 509 de Bombardeiros da Força Aérea americana. Ao mesmo tempo em que Marcel era designado para visitar o suposto desastre, seu superior, o general Roger Ramey, enviava um comunicado ao Pentágono a respeito do incidente. Começava nesse momento um intrincado jogo. Enquanto Marcel examinava os destroços, constatando que não eram radioativos, o governo americano empreendia uma busca sigilosa no local da queda do misterioso objeto.

Algumas versões dão conta que, além dos destroços do suposto disco voador, alguns de seus ocupantes teriam sido localizados e recolhidos à basa aèrea do Grupo 509 . Hoje é difícil aquilatar a credibilidade desses relatos, mas não há dúvida de que o fato tinha implicações mais profundas do que um simples desastre de avião. Tanto que no dia seguinte, o governo fez de tudo para abafar o caso.

Diz- se que Glenn Dennis, agente da Funerária Ballard, teria recebido um estranho telefonema da base aérea. Um oficial queria saber se ele tinha um estoque de caixões pequenos, hermeticamente fechados. Dennis, perplexo, suspeitou ter havido algum acidente onde várias crianças morreram, mas o militar recusou-se a dar explicações. Uma hora e meia depois, ele ligou de novo. Dessa vez, queria saber como conservar cadáveres que haviam ficado muito tempo no deserto. Dennis recomendou que os corpos fossem congelados e ofereceu seus serviços, mas foi recusado. Intrigado, o agente funerário teria ido até a base, onde uma amiga sua, Naomi Self, trabalhava como enfermeira. Ao encontra a amiga ouviu dela um apelo: “Desapareça já, se não quizer se meter numa grande encrenca”. Antes que pudesse se recobrar da surpresa, Dennis foi alcançado por dois guardas que o levaram para fora.

Nessa noite, a maior parte dos destroços já havia sido analisada. Depois de uma reunião secreta entre Marcel e a cúpula da Força Aérea, a acessoria de imprensa da base divulgou um comunicado confirmando os boatos a respeito da possível queda de um disco voador. Nesse mesmo dia os jornais e as rádios locais anunciaram o fato aos quatro ventos. De uma hora para a outra, Roswell se tornava uma cidade conhecida em todos os continentes. Mas isso não agradou nem um pouco ao governo. Ao emitir um telex para a agência United Press, um radialista recebeu a seguinte advertência de Washington: “Atenção! Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: Finalizar relato. Assunto de segurança nacional”.

A farsa começava a ser montada nesse momento, na opinião dos que sustentam a hipótese da queda de um disco. Os destroços começaram a ser levados para a Base Aérea de Wright Patterson, em Ohio. No lugar onde eles estavam, na fazenda de Brazel, teriam sido colocados fragmentos de um balão meteorológico, juntamente com um aparelho de orientação de radar. O passo seguinte foi uma declaração feita pelo próprio Marcel, que disse que a versão inicial, de que o objeto era extraterrestre, era um lamentável engano, e quem em suma, era mesmo um balão meteorológico.

O agente funerário Dennis, teria recebido um telefonema de sua amiga enfermeira, que lhe revelou em sigilo absoluto, ter acompanhado, a pedido dos médicos, uma autópsia preliminar de corpos de extraterrestres. Segundo o relato da moça, os corpos não tinham mais de 1,2 metros de comprimento, exalavam um odor quase insuportável. Teriam uma cabeça proeminente, sem cabelos, dotada de olhos grandes e profundos, diminutos orifícios nasais e uma boca bem fina. Os braços seriam compridos e delgados. A pele, escura, macia e lisa, sem pêlos. As mãos teriam quatro dedos, com orifícios similares aos dos polvos. ( Depois desse dia, Dennis jamais voltaria a ver sua amiga. Ela teria sido transferida para um país distante, talvez a Inglaterra. Ele lhe escreveu algumas semanas depois, mas a carta voltou com o carimbo “falecida”. Mas anos depois, um pesquisador do caso descobriu que jamais uma enfermeira com esse nome teria trabalhado na Base, então Dennis revelou ter dado um nome fictício a ela. Por que? )

Em 24 de setembro de 1947, o presidente Truman inaugurou uma operação secreta chamada “Majestic 12”, cujo objetivo era investigar ao máximo tudo o que havia acontecido em Roswell – o que dá a entender que a versão do balão meteorológico não passava de uma farsa.

 

CÍRCULO DAS COLHEITAS

 
Mais de 10.000 círculos nas colheitas foram registrados em 30 países diferentes.
Círculos nas colheitas têm aparecido em campos do mundo todo nos últimos 30 anos. Eles variam de formas simples e geométricas a composições complexas feitas cuidadosamente.
Há teorias de que eles são feitos por discos voadores que aterrissam e achatam as colheitas, ou que sejam mensagens deixadas por alienígenas visitantes. Outros acham que eles são criados por raios de microondas de satélites em órbita na Terra.

Outras explicações mais racionais afirmam que os círculos são feitos por homens, na tentativa de convencer o público que há vida extraterrestre na Terra. Alguns questionam por que os alienígenas viajariam até o nosso planeta só para achatar alguns campos de trigo? Por que não fazer um contato de uma forma mais fácil e compreensiva? 

CAVERNAS DE ALTAMIRA

 
O acesso às Cavernas de Altamira é restrito porque o dióxido de carbono exalado pelos visitantes danifica os desenhos paleolíticos.
O que faz das Cavernas de Altamira, em Cantabria, nordeste da Espanha, serem tão especiais são os incríveis desenhos que cobrem as paredes e os tetos.
Acredita-se que os desenhos, principalmente de búfalos, cavalos e veados, foram feitos há cerca de 16.500 e 14.000 anos. Eles são incríveis devido ao uso habilidoso da cor e em alguns lugares o artista usou contornos naturais de pedra para dar uma qualidade de imagens 3-D.
Os desenhos foram descobertos por um nobre local e sua filha em 1879 e vêm atraindo visitantes desde então. Hoje em dia, você tem que fazer reservas com 2 ou 3 anos de antecedência, porque o acesso é restrito para preservar a qualidade dos desenhos.

 As cavernas são incluídas no Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e agora há um museu próximo ao local onde uma reprodução exata encontra-se em exposição.

 AS PIRÂMIDES


 
As Pirâmides Egípcias sempre foram cercadas de mistério. A primeira foi construída cerca de 4.500 anos atrás e até o fim do século XIX ( 1900 – Torre Eifel) nenhum outro prédio em todo o Planeta chegou ao seu tamanho.
Os egípcios antigos tinham um conhecimento preciso de geometria e astronomia o que levou a especulação de que as pirâmides não foram construídas pelo homem, mas por uma raça alienígena que visitou o nosso planeta há milhares de anos.
 O
s rumores se multiplicaram quando egiptólogos começaram a abrir as tumbas dos faraós, dizendo que qualquer um que invadisse estas tumbas seria amaldiçoado. Muitos acreditam que a morte do Lorde Carnavan que fundou a expedição Howard Carter para abrir a tumba de Tutankamon em 1923 foi uma maldição. Ele morreu de pneumonia depois de ter sido mordido por um mosquito algumas semanas após a tumba ter sido aberta. 
TEMPLO DE ABYDOS
 
 

 No templo construído no Egito há cerca de 3.500 anos, há um estranho hieróglifo com gravuras surpreendentes.

 

PEDRA DE PALENQUE

Uma pedra com o peso de 5 toneladas e que cobria o sarcófago descoberto no interior do templo das Inscrições de Palenque, foi encontrada em uma cidade Maia, situada quase na Península de  Yucatan.

 Apesar da extrema umidade existente na cripta, os primorosos relevos talhados na bela laje de calcário duro encontram-se bem conservados. Segundo uma interpretação, estes relevos representam o próprio Pacal no momento da sua morte, caindo na face de um monstro do mundo das sombras. A descoberta deste notável túmulo veio a confirmar as palavras do ditador mexicano general Antonio Lopes de Santa Anna que, 120 anos antes, declarou que as pirâmides de Palenque eram dignas de comparação com as dos faraós do Egito.

LINHAS DE NAZCA

     

           luneta?                                       cirurgia?

As linhas de Nazca são geóglifos e linhas direitas no deserto Peruviano. Foram feitas pelo povo Nazca, que floresceu entre 200 a.C. e 600 d.C. ao longo de rios que desciam dos Andes.   As pedras vermelho escuras e o solo foram limpas, expondo o subsolo mais claro, criando as “linhas”. Não existe areia neste deserto. Do ar, as “linhas” incluem não só linhas e formas geométricas, mas também representações de animais e plantas estilizadas. Algumas, incluindo imagens de humanos, estendem-se pelas colinas nos limites do deserto.

As linhas de Nazca são comunais. A sua criação demorou centenas de anos e exigiu um grande número de pessoas trabalhando no projeto. O seu tamanho e propósito levou alguns a especularem que tinham sido visitantes doutro planeta a criarem e/ou dirigirem o projecto. Erich von Däniken pensa que as linhas de Nazca formam um aeroporto (ou astroporto) para naves extra terrestres. Se Nazca era um campo de aviação alienígena, era muito confuso, consistindo de gigantescas figuras de lagartos, aranhas, macacos, lamas, pássaros, etc, para não mencionar linhas em ziguezague e desenhos geométricos. Tambem é muito amável da parte desses ETs representarem plantas e animais de interesse para os locais, mesmo tornando a navegação mais dificil do que se usassem uma pista a direito. Também devia ter muito movimento para precisar de 37 milhas de comprimento. Contudo, não é muito provável que naves aterrassem na área sem alterar os desenhos do solo. Ora, tais alterações não existem.

A teoria extra terrestre é proposta principalmente por aqueles que consideram difícil de acreditar que uma raça de “indios primitivos” poderia ter a inteligência de conceber tal projecto, muito menos a tecnologia para transformar o conceito em realidade. As evidências apontam em sentido contrário. Os Aztecas, os Toltecs, os Incas, os Maias, etc., são prova bastante que os Nazca não necessitaram de ajuda extra terrestre para criar a sua galeria de arte no deserto.Em qualquer caso, não é necessário possuir uma tecnologia muito sofisticada para criar grandes figuras, formas geométricas e linhas rectas, como foi mostrado pelos criadores dos chamados círculos nas searas. Os Nazca provavelmente usaram grelhas para os seus geoglifos gigantes, tal como os seus tecelões para os seus tecidos de padrões complexos. A parte mais difícil do projeto estaria em mover todas as pedras e a terra para revelar o subsolo mais claro. Não há realmente nada misterioso sobre como os Nazca criaram as suas linhas e figuras.
Alguns pensam que é misterioso o fato das figuras terem permanecido intactas durante centenas de anos. Contudo, a geologia da área resolve este mistério.

Pedras (e não areia) constitui a superfície do deserto. Devido à umidade, a sua cor escura aumenta a absorção do calor. A camada de ar quente resultante junto à superfície funciona como uma capa contra o vento; enquanto isso, os minerais do solo ajudam a solidificar as pedras. Neste “pavimento” assim criado neste ambiente seco e sem chuvas, a erosão é praticamente nula – permitindo assim a notável preservação dos desenhos.*

O mistério é o porquê. Porque iniciaram os Nazca tal projecto envolvendo tantas pessoas durante tantos anos?

De qualquer modo, as linhas são parte de um projeto. É pouco provável que um projeto desta magnitude não fosse de carácter religioso. Envolver toda uma comunidade durante séculos indica o supremo significado do local. Como as pirâmides, as estátuas de gigantes e outra arte monumental, a arte Nazca fala de permanência. Ela diz: estamos aqui e não nos movemos. Não são nómadas, caçadores ou colectores. Esta é uma sociedade agricola. Claro que uma sociedade pré-cientifica, que se vira para a magia e a superstição para os ajudar nas colheitas. Os Nazca tinham os conhecimentos de irrigação, semear, colhêr, etc. Mas o tempo é traiçoeiro. As coisas podem correr  bem por meses ou mesmo anos, e numa única geração comunidades inteiras são forçadas a moverem-se, devido a inundações, vulcões, incêndios, ou o que a Mãe Natureza mande.

Era um local para adoração? Era a Meca dos Nazca? Um lugar de peregrinação? Eram as imagens parte de rituais destinados a aplacar os deuses ou pedir a sua ajuda na fertilidade das pessoas e das colheitas, ou com o tempo, ou com a provisão de água? Que as figuras não fossem vistas do solo não seria importante do ponto de vista religioso ou mágico. De qualquer modo, figuras similares aos gigantes de Nazca decoram a olaria encontrada em locais fúnebres próximos e é visivel dos seus cemitérios que os Nazca se preocupavam com a morte. Restos mumificados enchem o deserto, abandonados por caçadores de túmulos. Seria este um local de rituais para garantir a imortalidade dos mortos? Não sabemos, mas se este mistério algum dia fôr resolvido, sê-lo-á por cientistas sérios, não por pseudocientistas especuladores moldando os dados para encaixarem nas suas histórias de extra terrestres.

CORPO INCORRUPTO

É o corpo humano que possui a propriedade, considerada miraculosa, de não se decompor após a morte, sem que tenham sido utilizados métodos de embalsamamento ou ocorrido processos naturais de mumificação. Alguns desses corpos permanecem conservados mesmo após transcorrido um período de 1.500 anos desde a data do óbito. O fenômeno da incorruptibilidade pode ocorrer com todo o corpo ou com apenas parte dele. Uma outra característica importante é a de que os corpos incorruptos emanariam um odor agradável.

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STONEHENGE

INGLATERRA – Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas.

Naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os “Druidas modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.

Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa…

A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

 Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.

Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios…

 

A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio. Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.

LINHAS ESTRANHAS NO CANADÁ

Na região mais setentrional do Canadá, junto ao Alaska, existe uma região onde do ar, pode-se notar estranhas linhas retas, que lembram em muito as famosas  “Linhas de Nazca”

     Estas linhas só podem ser vistas do céu, e ficam em uma “zona militar restrita”. A foto que se vê acima, foi tirada por um americano que viajava de Tokyo para os Estados Unidos no jato da empresa, e que por causa do mal tempo, o piloto foi forçado a reabastecer no Canadá.

     Segundo o autor das fotos, durante este percurso, seu jato foi acompanhado por um par de jatos da Marinha.

     O terreno onde aparecem as linhas é uma tundra e geralmente está coberto de neve. Apesar disso, todo o lugar está atravessado por estas que parecem ser linhas retas. Na foto nota-se um rio. As áreas verdes são pinheiros e as claras, areia. Há também o que parece ser uma construção retangular na parte inferior esquerda.

     As linhas não são estradas, mas parecem ser áreas limpas, onde as árvores foram cortadas. Algumas destas linhas atravessam o rio, sem fazer menção de contornar os obstáculos.

     Se isso não é um fenômeno natural, o que pode ser?

PARACAS

Ao norte da planície de Nazca, encontramos uma estranha e bizarra imagem. O famoso “tridente” ou “candelabro”. Traçado sobre a duna ocre e salitrosa da ponta Pejeney, na península de Paracas, parece não ter nenhuma ligação com o “tabuleiro maldito” de Nazca, ou muito menos, com a mítica Machu-Picchu, ou a cidade de Cuzco, pelo menos no que se refere a direção. A única similaridade com Nazca refere-se à secura do lugar. Foi isto que permitiu que a imagem permanecesse intacta até hoje no local.

     Diversas hipóteses foram levantadas a cerca que este apontava para o Vale do Ingênio – em Nazca. Isto já foi descartado. O “tridente” aponta na verdade para o norte, com seu eixo central apontando diretamente para a Ilha Blanca, perdendo-se então no Oceano Pacífico.

     Suas dimensões variam de incríveis 183 metros de comprimento contra 3.2 metros de largura e de 1 a 1.2 metros de profundidade nos braços.

Quando escavado no interior dos “braços” do tridente, nos deparamos com outra surpresa. A 10 ou 15 centímetros do solo, a areia desaparece, dando lugar a uma costa branco-amarelada, de natureza cristalina, muito comum em toda a península de Paracas. Além de sua ofuscante luminosidade, possui uma superfície extremamente lisa. Provavelmente, há centenas ou milhares de anos, o “tridente” de Paracas certamente faiscaria ao Sol, como uma candelabro de prata. Ou seja, se hoje em dia ele é visto do mar ou do ar com um colorido avermelhado-amarelento, no passado, poderia ser visto como um farol, podendo ser avistado, com um tempo limpo, há 20 quilômetros da costa.

Entretanto, qual a sua finalidade? Como as figuras de Nazca, apesar da quantidade astronômica de teorias a esse respeito, ninguém sabe ao certo o seu porque, ou o por que de sua magnitude, apesar de que ao contrário de Nazca, seus construtores não parecem ter encontrado muitas dificuldades para a sua confecção.

A teoria de que possa ter servido como um farol para orientar os marinheiros através das escarpas turbulentas da região é bem aceita. Há diversas outras teorias como se pode imaginar. Algumas delas fantásticas, outras nada nos dizem, como a teoria mais aceita entre os arqueólogos, de que seria um signo de natureza astronômica. Se assim o é, por qual motivo só seria visto do céu ou do mar? Outra teoria também bastante aceita é que este seria um signo ritualístico, talvez relacionado a sacrifícios humanos. Com efeito, como dito antes, seu eixo principal aponta para a Ilha Blanca, e relativamente próximo, encontramos outro grupo de ilhas, as Chincha, onde arqueólogos encontraram múmias de jovens mulheres decapitadas.
Tanto na cerâmica como nas célebres mantas de Paracas e nas manifestações artísticas dos “nazca”, o “tridente” ou “cacto-tridente” aparece com certa constância.O porque desta imagem… talvez nunca venhamos a saber.

EXÉRCITO SUBTERRÂNEO

      

É uma coleção de mais de oito mil figuras de guerreiros e cavalos em terracota, em tamanho natural, encontradas próximas do mausoléu do primeiro imperador da China. Foram descobertas em 1974, próximas de Xian.

O Exército de Terracota é uma parte do Túmulo do Primeiro Imperador da Dinastia Qin.  Até hoje, foram encontradas três covas do exército imperial de terracota. Além disso, no ano de 1986, foi encontrada também uma cova de figuras de acrobatas de terracota, as quais mostram o aspecto de entretenimento daquela época.

Quando em 1974 três camponeses escavavam um poço na remota aldeia de Xiyang e encontraram um pedaço de terracota (argila modelada e cozida em forno), ladrilhos e uns restos de uma jarra, estavam longe de imaginar que acabavam de descobrir o achado arqueológico mais importante do séc. XX.
É certo que não era a primeira vez que as populações locais tropeçavam em objectos desenterrados, mas mesmo na China maoísta as populações rurais consideravam-nos sinais de mau agoiro e partiam-nos ou voltavam a enterrá-los.
Agora os achados do poço davam à luz uma figura de terracota com uma armadura e um arco e flecha de bronze. Nesse mesmo dia, um quadro do governo provincial que visitava a aldeia terá sido decisivo para que o assunto não caísse no esquecimento ao relacionar os ladrilhos com os do mausoléu do imperador Qin Shiguang, localizado perto da aldeia.
O trabalho dos arqueólogos revelou uma exército de soldados perfilados, prontos a entrar em combate, que a terra escondera durante 2200 anos. Era uma descoberta demasiado importante para se manter em segredo, mesmo num regime fechado como o da China dos anos setenta. E em 1979 era inaugurado um museu que tem vindo a ser sucessivamente ampliado depois de terem sido descobertas mais duas valas com mais tropas, incluindo carros de combate e cavalos, e o próprio quartel-general do exército.
A meio da nave, subitamente, os garbosos guerreiros (na verdade são figuras simpáticas porque parecem sorrir) dão lugar ao que parecem ser os despojos de um campo de batalha – um amontoado de corpos desmembrados que se confunde com a terra e onde também se vêem restos de figuras de cavalos e de carros de combate. É uma parte que ainda não foi recuperada e que dá uma pequena ideia da paciência de chinês necessária para reconstituir estes pedaços de terracota por forma a dar-lhes uma nova vida.

O primeiro imperador

Mas quem são e o que fazem, afinal, estas figuras de guerreiros, cavalos, carros e armas enterrados nuns subterrâneos que não comunicam entre si, tapados por vigas de madeira?

É preciso dizer que Qin Shiguang está para os chineses como D. Afonso Henriques está para os portugueses. Aquele foi o primeiro imperador da China, que uniu o país do Sol Nascente num vasto território, pondo fim às guerras regionais e constituindo um Estado único com poder centralizado.

No meio século em que viveu (259 a.C. a 210 a.C.) revelou-se um estratega militar ímpar, mas também um governante que mandou construir estradas para unir o seu império e juntar as várias muralhas dos antigos reinos constituindo a famosa murada da China com 5000 quilómetros de comprimento.

No seu apogeu, Qin Shiguang tinha 500 mil homens a guardar as montanhas, 500 mil a construir a Grande Muralha, 300 mil a defender as fronteiras e 700 mil a construir os seus palácios e… o seu mausoléu.

E é aqui que entram os seus guerreiros de terracota, destinados a defendê-lo durante a eternidade. 

As figuras de terracota eram fabricadas em oficinas por artesãos do governo.  Foram feitos em partes que eram unidas depois da queima e não em uma peça só. Eram então colocadas em seu lugar, em formação militar, de acordo com sua patente e posto.

As figuras eram em tamanho e estilo natural. Variavam em peso, indumentária e penteado, de acordo com a patente. A pintura da face, expressão facial individualizada e as armas e armaduras reais utilizadas criavam uma aparência realista e mostravam a qualidade do trabalho e a precisão envolvida na sua construção. Demonstram também o poder de um monarca que podia ordenar a construção de tão monumental empreita.

O grande terremoto que abalou a China pouco antes dos Jogos Olímpicos de Pequim afetou alguns dos guerreiros, movendo cabeças e braços e até causando algumas rupturas. Depois do desastre, que marcou 7,9 graus na escala Richter, o museu foi fechado à visitação. Os danos no entanto foram considerados leves.

ÁREA 51
 


 
A Área 51 é protegida por estações de radar, sensores de movimento e guardas armados e não aparece nos mapas do governo americano.
Área 51 é um remoto pedaço de terra em Nevada, EUA. De propriedade do governo Americano, ela é aparentemente utilizada para teste de tecnologia secreta de novas espaçonaves militares.

Alguns acreditam que o aeroporto da superfície é apenas a ponta do iceberg e que sob o deserto há um enorme esconderijo de uma sede de testes secretos. Supostamente, é para lá que são levados os Óvnis e seus ocupantes que caíram na Terra para serem examinados, como os famosos alienígenas de Roswell.

O governo americano não admite ou nega a existência da Área 51. Mas esta é seguramente bem guardada e visitantes não desejados são recebidos por guardas armados e helicópteros.

Apesar de não aparecer em nenhum mapa do governo americano, alguns acreditam na sua existência e ela já foi tema das séries X-Files, Simpsons e do filme Independence Day. 
 
  
TRIÂNGULO DAS BERMUDAS


 
Alguns acreditam que as leis da física não se aplicam ao Triângulo das Bermudas e este é um dos únicos dois lugares do mundo onde uma bússola não aponta para o norte magnético.

Através dos anos centenas de barcos e aviões desapareceram na área do Oceano Atlântico entre Bermuda, Porto Rico e Fort Lauderdale. Um dos desaparecimentos mais famosos aconteceu em dezembro de 1945, quando o Vôo 19 – cinco aviões de bombardeiro da marinha – sumiram durante um exercício de treinamento.

Uma explicação para o misterioso desaparecimento de navios inteiros poderia ser as grandes bolsas de gás que são comuns no leito do mar nesta área. Quando o gás sobe para a superfície, ele dissolve na água, diminuindo a flutuação e causando o naufrágio de navios.
 

ATLÂNTIDA


 
Diz a lenda que Atlântida era uma ilha provavelmente em algum lugar do Mediterrâneo, que foi destruída por um terremoto ou por um tsunami. Ela foi mencionada pela primeira vez por um filósofo grego há cerca de 2.400 anos, que disse que ela desapareceu 9.000 anos antes de sua época.

Dizem que Atlântida é uma terra de grande beleza, lar de uma civilização avançada com enormes riquezas. A imagem romântica de uma ilha fabulosa engolida pelo mar significa que sua localização foi vista antes da época de Platão apesar de ninguém ter certeza de que ela realmente existiu.

Vários locais são apontados como a sede de Atlântida, incluindo a Suécia e Nova Zelândia! Alguns especialistas acreditam que seja a Ilha de Creta. 
 
    
O MONSTRO DO LAGO NESS


 
Durante séculos houve mitos sobre o monstro que vive nas profundezas do Lago Ness na Escócia. Aparições de Nessie, como é carinhosamente chamado, datam de 1500 anos atrás. Recentemente, algumas pessoas provaram a sua existência com fotografias, mas muitas delas eram falsas.

Uma das explicações é que Nessie é um dinossauro que escapou da extinção. Se isso for verdade, o monstro também pode escapar a detecção até mesmo de equipamentos de sondas modernas, já que o Lago Ness tem uma superfície de 56.4 km2 e uma profundidade de 226 metros em algumas partes.

Se Nessie existe ou não, ele certamente não prejudicou o turismo na Escócia!
 

KURSK – O SACRIFÍCIO DEBAIXO D’AGUA


 
O Kursk afundou em 12 de agosto de 2000, durante um exercício de treinamento no Mar de Barents. Todas as 118 vidas foram perdidas. Duas explosões massivas partiram o corpo do navio e apesar de muitos tripulantes terem morrido, pelos menos 23 sobreviveram durante algum tempo.

Devido a cortes na Frota Russa, seus veículos de busca e resgate não estavam equipados para ajudar os sobreviventes presos. Quando os mergulhadores ingleses e noruegueses chegaram, todos haviam morrido.

Inicialmente o governo russo disse que um submarino americano havia colidido com o Kursk, e que ele teria sido atingido por torpedos.

Estas reivindicações mais tarde foram consideradas infundadas, quando cientistas examinaram os restos do submarino.

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Pompeia foi outrora uma cidade do Império Romano situada a 22 quilômetros da cidade de Nápoles, na Itália, no território do atual município de Pompeia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto do ano 79 d.c.

A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade, que se manteve oculta por 1600 anos antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas do modo exato em que foram atingidas pela erupção do Vesúvio.

Casas, prédios públicos, aquedutos (sistema de condução de água), teatros, termas, lojas e outras construções foram encontrados. Os arqueólogos acharam também objetos e afrescos (pinturas em paredes) que revelaram importantes aspectos do cotidiano de uma cidade típica do Império Romano. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico extraordinário, que possibilita uma visão detalhada na vida de uma cidade dos tempos da Roma Antiga.

Porém, o que mais impressionou os pesquisadores foram os corpos petrificados, em posição de proteção, que foram atingidos pelas lavas vulcânicas.

 A localização destas cidades ficou esquecida durante 1.500 anos, já que ficaram cobertas por camadas de material vulcânico de até 25 metros. Foi só em 1599 que o arquiteto Domenino Fontana, ao cavar um novo leito para o rio Sarno, desenterrou parte das cidades.

Atualmente, as ruínas do sitio arqueológico de Pompéia são visitadas por milhares de turistas do mundo todo.

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FONTE: raivaescondida

No início do século XVI, o arquiteto italiano Domenico Fontana, encarregado de cavar um túnel sob a montanha La Civita, que trouxesse água do rio Sarno para a cidade de Torre Annunziata, descobriu as ruínas de uma antiga cidade.

A cidade era Pompéia, tinha sido destruída por uma violenta erupção do vulcão Vesúvio, no dia 24 de agosto do ano de 79 d.C. As ruínas estavam recobertas por vários metros de depósitos vulcânicos.

As escavações arqueológicas de Pompéia permitiram que se reconstituísse com bastante precisão a vida na antiguidade romana a partir do plano da cidade, das casas, dos objetos de uso cotidiano, das obras de arte.

Foi a maior erupção do Vesúvio de que se tem notícia. Na manhã de 24 de agosto do ano 79, uma chuva de cinzas e pedras que saia da cratera do vulcão apanhou de surpresa os moradores das cidades de Pompéia, Herculano e Stabia. Localizadas no golfo de Nápoles. no Sul da Itália as três foram totalmente soterradas. Pompéia, a 23 quilômetros de Nápoles, com uma população estimada entre 10 e. 15 mil habitantes, era a maior delas. Dias antes da catástrofe, os pompeianos ouviram ruídos que vinham do solo e para os quais não encontravam explicação.

É BEM POSSÍVEL, a julgar pela ausência de precauções, eles nem sequer suspeitavam de que a montanha onde plantavam vinhas abrigava um perigoso vulcão. As pedras, chamadas lapíli (do italiano lapilli, pedrinhas), que a cratera expelia, alcançavam quilômetros de altura e algumas tinham espessura de 8 metros. Normalmente, os lapíli são do tamanho de uma avelã. Quem conseguiu sobreviver às pedradas acabou morrendo por asfixia: o Vesúvio soltava um gás altamente tóxico e letal. No dia 27, as cidades estavam sepultadas debaixo das cinzas e pedras. Os sobreviventes que se aventuraram para retornaram em busca de seus pertences não encontraram mais nada.

Quando por fim veio o século XVI, as ruínas foram descobertas, mas somente dois séculos mais tarde é que foi possível uma profunda pesquisa na área. Em 1738, por ordem do rei Carlos III de Espanha cujos domínios incluíam Nápoles ,o engenheiro Rocco Giacchino de Alcubierre iniciou escavações sistemáticas onde antes se erguera Herculano, a 8 quilômetros de Nápoles.

Dez anos depois, passaram a escavar em outro local, que só em 1763, por meio de uma inscrição, foi identificado como Pompéia. Os arqueólogos contratados por Alcubierre encontraram também o primeiro cadáver e quanto mais avançavam no trabalho outros apareciam. Todos transformados em estátuas de pedras. São famosas as de uma mãe que amamentava o filho, a de um cão preso a correntes e as de três jovens mulheres surpreendidas na fuga da Vila dos Mistérios como se chamava o templo onde se celebravam os cultos ao deus Dioniso. A posição em que foram encontrados os corpos indica a luta que travaram para se livrar da morte.

Esses achados causaram grande impacto e não era para menos. Pela primeira vez vinha a público a imagem concreta de uma cidade romana que não sofrera as mudanças que o tempo e as gerações teriam nela produzido. A princípio e por um bom tempo pensou-se que seus habitantes tinham alto nível cultural e artístico devido às esculturas de bronze e mármore e aos objetos de prata e vidro ali encontrados. Mas no decorrer das investigações ficou provado, ao contrário, que os cidadãos de Pompéia eram provincianos encerrados nos muros da pequena cidade, de onde só saiam para fazer negócios.

As pesquisas arqueológicas revelaram que a sociedade de Pompéia como qualquer outra do Império Romano, apresentava grandes contrastes e diferenças de classe: os escravos e plebeus trabalhavam para os patrícios e o sonho dos cativos, quando conseguiam a liberdade, era ganhar dinheiro suficiente para comprar seu próprio escravo. Pompéia vivia basicamente do comércio de azeite e do vinho que produzia. Sua localização estratégica, entre o mar e a foz do rio Sarno, facilitava a exportação desses produtos para cidades do Mediterrâneo. No século II a.C., o comércio ganhou impulso e isso se refletiu de imediato nas construções, que aumentaram em número e em luxo.

As escavações mostraram também que os moradores de Pompéia veneravam os deuses pátrios romanos, tanto que havia templos em homenagem a Apolo, Júpiter e Vênus, a quem ofertavam orações e bens. Em troca, eles acreditavam receber paz de espírito. Às divindades cabia a responsabilidade de dirigir a vida das pessoas e cuidar para que os costumes não se tornassem demasiadamente devassos. A idéia muito comum de que Pompéia era o paraíso do ócio e das bacanais, do sexo, e da orgia do Império é hoje contestada e não encontra nenhuma sustentação.

ESTA IDÉIA de obscenidades romanas sexuais na antiga Pompeia se deveu ao fato da descoberta de desenhos obscenos, símbolos fálicos e cenas eróticas pintados nas paredes de bordéis, que aguçaram a imaginação dos escritores, como Sir Edward Bulwer-Lytton (1803-1873), um distinto membro da rosa-cruz, que escreveu a obra “Os Últimos dias de Pompéia”, em 1834. A partir disso, eles construíram toda uma história na qual os habitantes de Pompeia aparecem como pessoas dissolutas. Na verdade, bordéis também fizeram parte de sociedades conservadoras e Pompeia nada mais foi que uma cidade representativa da sociedade romana da Antiguidade. Seja como for. as paredes dos bordéis são uma das atracções que levam mais de 1 milhão de turistas anualmente às ruínas da cidade.

A outra grande atracção fica por conta das casas, em sua maioria luxuosas e espaçosas, todas com um jardim no meio. Por meio delas, pode-se reconstruir a típica casa romana da classe média abastada ou rica. No romance Satyricon o escritor romano Petrónio, que cometeu suicídio por ordem do Imperador Nero no ano 66, retrata bem os usos e costumes característicos dos novos-ricos que moravam em Pompeia poucos anos antes da erupção do Vesúvio.

Em Herculano, cidade menor que Pompeia, as condições de humidade do solo e a espessura dos sedimentos vulcânicos, de 15 a 18m, permitiram a melhor conservação dos restos de madeira, tecidos e alimentos. Suas construções revelam o carácter mais refinado de seus habitantes, supondo-se que se tratava de um local de veraneio para aristocratas e intelectuais. Conta com um dos mais bem conservados anfiteatros da antiguidade.

As descobertas dos pesquisadores desvendaram muitos aspectos do quotidiano de Pompeia e reconstituíram os seus derradeiros dias. Naquela manhã de 24 de Agosto de 79, as padarias, por exemplo, estavam em plena actividade. Moinhos, máquinas de misturar farinha, fornos e até pões carbonizados testemunham isso. A cidade, que mal tinha se recuperado da destruição causada por um terremoto dezassete anos antes, possuía também numerosas oficinas de ferreiros, o que prova o grande domínio de técnicas de artesanato. As oficinas dos escultores, joalheiros, e também as lojas que vendiam alimentos, o mercado, as fábricas de lâmpadas a óleo ilustram outros aspectos da vida dos cidadãos locais. Também foi possível saber que uma das termas da cidade ficava aberta à noite e era iluminada por cerca de mil lâmpadas a óleo. Tanto para homens quanto para mulheres, as termas funcionavam como uma espécie de clube onde as pessoas se encontravam.

 Outra descoberta importante dos arqueólogos foram os grafitos que se espalhavam por toda a cidade de dar água na boca aos melhores grafiteiros (ou vulgarmente falando, pinchadores) das metrópoles do século XX. Havia inscrições para todos os gostos: desde os que anunciavam a troca de um amante por outro até citações, nem sempre exatas porque escritas de memória, de poetas como Virgílio. Além disso, nos muros das casas, edifícios públicos e até nas sepulturas gravavam-se anúncios de combates de gladiadores e muita propaganda eleitoral. Todos os anos a população elegia os duúnviros, as duas autoridades mais importantes da cidade, equivalentes aos cônsules romanos e dois edis espécie de vereadores que cuidavam da inspeção e conservação dos edifícios públicos.

 Mas, além de bons grafitadores, ao que parece os pompeianos eram também bons de briga. Pelo menos é o que se deduz de um episódio narrado pelo historiador romano Cornélio Tácito (56-120). Uma luta entre gladiadores de Pompeia e da cidade próxima de Nocera, no ano 59, acabou em tumulto generalizado das duas torcidas. Também haviam mulheres gladiadoras e de extrema força, e uma das mais famosas se chamava Estratonice, que era capaz de esmagar o crânio de um homem com a força das próprias mãos,e serviu para compor uma das personagens do célebre romance de Bulwer-Lytton.

Entre mortos e feridos, as baixas foram maiores do lado dos noceranos.

Por isso, o anfiteatro de Pompeia, palco das lutas, ficou fechado por um bom tempo. A cidade tinha ainda dois teatros: um com capacidade para 5 mil pessoas. onde se representavam comédias, e outro menor, o Odeon, que abrigava 1500 pessoas, onde aconteciam os espectáculos musicais. No que era considerado o centro pulsante da cidade, ficavam o fórum, os edifícios públicos, o mercado, o banheiro público e os templos, além de uma grande lavandaria e tinturaria. Comandada por uma mulher, coisa rara na época, de nome Eumachia, supõe-se que ali era tingida toda a lã de carneiro que a cidade produzia.

Em duas cartas que enviou ao historiador Tácito, Plínio descreve a morte de seu tio, Plínio, o Velho. Ambos se encontravam na cidade de Miseno, numa das pontes da baia de Nápoles, quase em frente a Pompéia, quando viram a erupção. Plínio O Velho, que além de comandar a frota romana foi autor de uma enciclopédica História Natural, resolveu ver de perto o que acontecia e acabou morrendo na praia de Stabia, asfixiado por gases tóxicos. As cartas são consideradas uma reportagem fiel do que se passou em Pompéia naqueles dias. Depois da erupção de 79, o Vesúvio irrompeu ainda nada menos que trinta vezes o episódio mais recente ocorreu em 1944. Mas nunca com a violência que sepultou a tão afamada e eterna cidade do vulcão.

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