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Archive for maio \30\UTC 2009

O NATAL DE POIROT

O velho Simeon Lee é bilionário (ok, bilionário define). 
Ele convida para o Natal seus filhos, que mesmo não se dando bem, todos comparecem. Dois convidados surpresa também aparecem, Stephen Farr, um grande amigo de longa data do velho Lee, e Pilar Estravados, uma jovem espanhola, neta de Lee. Simeon nunca havia visto sua neta, mas a primeira vista se encanta com a garota. 
Com a família toda reunida, Simeon faz um breve comunicado: ele iria alterar os documentos da herança. 
Já haviam sido feitos, mas ainda não haviam sido enviados para seu advogado… 
Então, naquela mesma noite, um grito estridente, e o barulho de móveis sendo derrubados toma conta da mansão… 
Todos os presentes na casa vão correndo para o quarto do velho bilionário, de onde o barulho havia saído, e encontram uma cena realmente assustadora: Simeon está degolado, em meio a uma poça de sangue. 
Todos ali parecem ter motivos mais do que suficientes para tentarem matar o velho. 
De passagem na cidade para aproveitar o Natal, o detetive Hercule Poirot se coloca em ação, e, com a “ajuda” de oficiais da polícia, ele desvenda esse intricado mistério…

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Assassinato no Expresso do Oriente   O luxuoso trem, surpreendentemente lotado para aquela época do ano, fica detido nos trilhos durante uma tempestade de neve e um homem é assassinado, encontrado morto em sua cabine com doze facadas e a porta trancada por dentro. Logo fica evidente que o assassino só pode estar entre os passageiros. Hercule Poirot é chamado a esclarecer o mistério e fica perplexo diante das pistas abundantes que levam a conclusões contraditórias e improváveis. Um crime tão fantástico que desafia até mesmo suas famosas faculdades dedutivas e suas super valorizadas ?células cinzentas?. Ajudado por seu velho conhecido M. Bouc, diretor da C. I. dês Wagons Lits, e pelo médico Dr. Constantine, os únicos além do próprio Poirot, completamente acima de suspeita, o detetive belga aceita encarregar-se do caso e começa suas investigações. Eles não têm muito tempo, é preciso esclarecer o mistério antes que as autoridades cheguem ao trem imobilizado no meio da nevasca e  transformem o ocorrido em notícia desfavorável à reputação da companhia. Hercule Poirot é pressionado a agir rápido. Começam os interrogatórios e a cada depoimento o crime parece ficar mais intrincado. Pistas que apontam direções opostas, evidências que se contradizem, afirmações que hora incriminam e em seguida inocentam cada um dos passageiros. Todos, e cada um, são protegidos pelos álibis inatacáveis fornecidos pelas pessoas que aparentemente não teriam motivo algum para mentir, pois são completos desconhecidos, sem nenhuma ligação entre si,  reunidos naquele trem por um acaso fortuito, compartilhando as horas de pânico e suspeita lançadas pelo terrível assassinato. Incrédulo e mais astuto do que nunca, o detetive começa a conceber uma possível explicação, tão fantástica como o próprio crime, mas… então, para que a idéia de Hercule Poirot seja a explicação para o mistério, todos… ???  Pode ser possível ???  Oh!!! Mas se for assim, então??? Não , não é impossível , e no entanto, é a única alternativa, a única possibilidade para encaixar todas as peças daquele quebra-cabeças macabro. Logo, deve ser a verdade.

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SE HOUVER AMANHÃ

Relata a história de uma mulher chamada Tracy Whitney, que se considerava a mulher com mais sorte no mundo. Ela ganhava bem em seu emprego em um banco e ia se casar com um homem da alta sociedade, Charles Stanhope III, que era carinhoso e bonito, além de rico, tudo o que uma mulher poderia desejar. Pela influência de seu noivo, Tracy é promovida. Além de tudo, estava grávida. Esse sentimento de felicidade dura somente até uma tragédia acontecer com sua mãe, Doris Whitney, que comete suicídio depois de ser enganada por um golpista chamado Joe Romano e perder seu dinheiro. Ele faz parte de uma máfia que controla a cidade, cujo líder é Anthony Orsatti. Tracy decide arrancar uma confissão do homem, para vingar sua mãe, porém cai numa cilada e é acusada de roubo de um quadro de Romano, quando na verdade ele o vendeu, e quer embolsar o dinheiro do seguro. Seu advogado, Perry Pope, diz que ela deve confessar o crime para ser absolvida por um juiz Henry Lawrence, que é seu amigo, porém Tracy descobre que Perry Pope e o juiz são aliados de Joe Romano, dispostos a mandá-la para cadeia. Assim, Tracy é condenada a quinze anos de prisão. Seu noivo, temendo pela reputação de sua família, abandona Tracy e seu filho. Ela vai para a Penitenciária Meridional de Lousiana para Mulheres. O lugar é violento e perigoso, e Tracy é violentada no primeiro dia, perdendo seu filho. Depois, sofre ameaças de morte. Por salvar a vida da filha do diretor do presídio, Amy, ela consegue a liberdade antes do prazo, e começa a bolar a vingança contra todos os que a haviam prejudicado, dentre eles: Perry Pope, Charles Stanhope, Henry Lawrence e, é claro, os chefões da máfia que enganaram sua mãe: Romano e Orsatti. Perry Pope é assassinado pela máfia que protegia, por ter supostamente trapaceado em um jogo; Lawrence é preso pela CIA acusado de espionagem; Joe Romano é também assassinado acusado de traição; o grupo criminoso sofre uma crise causada por Tracy e é destituído. Tudo isso foi armado por Tracy. Ao encontrar Charles em um restaurante, ela percebe que ele passou a ter uma vida tediosa e triste sem Tracy. Era tão chata e monótona essa vida, que ela desiste da vingança.

Disposta a recomeçar a vida, Tracy encontra dificuldades de arranjar emprego, por ser ex-presidiária. Percebe que gosta de enganar pessoas que enriqueciam à custa de outros e assim torna-se uma ladra, que se passava por várias mulheres diferentes. Um detetive é incumbido de desvendar o caso, Daniel Cooper. Ele já sabia desde o começo quem era a mulher, por pura intuição, mas precisava de provas, pois Tracy e seus crimes eram um desafio para a polícia de vários países. De tanto perseguí-la, Cooper se apaixona por Tracy. Ela vira sua obsessão, e ele não descansa enquanto não prendê-la. Enquanto isso, Tracy se apaixona por Jeff Stevens, também golpista, e eles decidem deixar a vida de golpistas, mas antes disso participam de um roubo milionário a um diamante com nome de Lucullan. A polícia não consegue provar que os dois são os culpados do roubo. Daniel Cooper então pede demissão. Jeff e Tracy fogem para o Brasil.

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NADA DURA PARA SEMPRE

O livro gira em torno de três amigas: Paige Taylor, Betty Lou Taft (Honey) e Kate Hunter (Kat). Elas são as únicas médicas em um grupo de residentes do Hospital Público Embarcadero, em São Francisco. Apesar de terem personalidades muito diferentes, as três compartilham situações insólitas e marcantes.

Paige teve uma infância normal, embora tenha perdido seu pai. Era apaixonada por um amigo de infância, porém este se casa com outra, partindo seu coração. Ela se apaixona por um arquiteto, mas é acusada de assassinar um paciente pelo dinheiro da herança. O médico que a denuncia é atraído por Paige, que não gosta dele, causando seu ódio. Entretanto, Paige é inocente, tendo matado o doente por ele estar com câncer em estado terminal, desconhecendo sua herança, comentendo na verdade, eutanásia. Graças ao testemunho de um médico respeitado, o caso é arquivado. O médico que acusou Paige tem sua licença revogada pelo conselho de medicina.

Honey Taft vem de uma família de classe alta, e de certa forma, sempre se sentiu inferior às suas irmãs, populares na escola. Ela era cobrada por isso. Então, começa a seduzir a todos para conseguir o que quer. Os garotos de sua escola passam a gostar dela; ela fica popular e se acostuma a usar o próprio corpo para conseguir o que quiser, pois sempre quis agradar a todos. Honey não tem vocação para medicina, tendo sido forçada a ser médica por sua família (na verdade queria ser enfermeira). Para passar na universidade, seduz boa parte de seus professores. Assim, no Embarcadero, comete erros graves, mas seduz a todos, até o diretor do hospital, para se manter no emprego. Apaixona-se por um paciente, porém esse recebe por engano uma transfusão de sangue soro positivo. Ela fica arrasada, mas não desiste dele, na esperança que ele não adquira Aids.

Kat Hunter teve uma infância sofrida. Era molestada pelo padrasto bêbado desde os 13 anos, mas sua mãe não acreditava. Ela suportou para estar do lado de seu irmão mais novo, porém foge de casa ao descobrir-se grávida. É criada por sua tia, que consegue um aborto para ela. Kat jura nunca se relacionar com nenhum homem e esconde seu passado. Assim, é bastante assediada pelos médicos do Embarcadero, vista como um “desafio” para eles. Entre eles, Ken Mallory faz uma aposta de cinco mil dólares para se em um mês a levava para a cama. Kat descobre e resolve zombar da cara dele, dando-lhe falsas esperanças. Entretanto, Kat se apaixona por Ken, e ele finge que retribui, só para ganhar a aposta. Kat acaba cedendo e eles assumem o namoro, para surpresa dos médicos do Embarcadero. Ken se interessa pela milionária Lauren, e planeja dar o golpe do baú. Kat frustra seus planos, dizendo que está grávida. Ken palneja então seu assassinato, dopando-a e em seguida forjando um aborto mal sucedido, aparentemente causado pela própria Kat. Porém Paige não desiste até incriminar Ken, que é condenado e assassinado na prisão.

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CIANURO ESPUMOSO

Duas mortes acontecem no mesmo lugar, duas vezes com a presença das mesmas pessoas — exceto a primeira vítima, até certo ponto… —, constituindo praticamente a mesma situação. Assim é o contexto deste romance que desafia a sagacidade dos investigadores profissionais e a inteligência do leitor, porque todos tinham motivos para matar, mas, nos dois casos, ninguém teria aparentemente condições de colocar cianureto na taça de champanhe. Seria possível que a bela e sensual Rosemary se suicidara durante o jantar naquele luxuoso restaurante, quando comemorava o aniversário com os amigos mais íntimos? Alertado por pessoas desconhecidas, seu apaixonado e enganado marido fez repetir, exatamente um ano depois, a fatídica reunião, e deixou diante da mesa uma cadeira vazia, para nela se sentar o espírito de Rosemary, e descobrir-se a autoria do envenenamento. Não suspeitava o infeliz que isso chamaria as forças do mal, e o cianureto voltou à misturar-se na espumosa champanhe. O leitor saberá a solução dos casos… e quem os esclarece.

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CITA CON LA MUERTE

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Hercule Poirot tinha bons motivos para saber que a morte daquela mulher era inevitável. Mrs Boynton era uma mulher cruel, odiada por todos sobretudo pela sua própria família, e a sua morte seria um alívio para todos aqueles que viviam subjugados pelo seu poder. Quando o seu corpo é encontrado entre as ruínas, em Petra, na Jordânia, o único vestígio da causa da morte é uma pequena marca, no pulso, de uma injecção. Hercule Poirot tem apenas vinte e quatro horas para descobrir quem matou Mrs Boynton e lembra-se de um comentário que ouvira, por acaso, ainda em Jerusalém: _ Compreendes que ela tem de ser morta, não compreendes? São os próprios familiares da vítima, que se sentem finalmente livres, que pedem a Poirot para não investigar a morte da sua parente. O detective vai, assim, ter de lutar não só contra o tempo mas também contra a vontade de todos para desvendar o mistério que envolve a morte de uma das pessoas mais detestáveis de que já ouvira alguma vez falar.
A assassina era uma das duas mulheres que se juntaram ao grupo. Ela era poderosa e atuava na politica. No passado havia sido presa e a velha morta era carcereira.Matou por medo de ser difamada.

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QUANDO ELA SE FOI

“Venha para Paris.”, foi o pedido que fez Terese à Myron. Um convite desses é quase que irrecusável, aproveitar a cidade mais romântica do mundo ao lado de uma mulher linda como Terese… O problema é que sob as circunstâncias que fora dita, a frase era quase como um pedido de socorro.

Terese e Myron se conhecem há muito tempo e já tiveram um relacionamento, mas Myron não fazia ideia de onde Terese estaria. E nem era preciso, pois ele estava em um relacionamento sério com Ali. Mas após uma briga que coincidiu com o reaparecimento da amiga, ele resolveu atender o pedido e ir para Paris. Terese queria a ajuda de Myron para localizar seu ex-marido, que havia ligado, dizendo que eles precisavam se encontrar urgentemente em Paris. Lá foi ela, mas dias se passaram e ele nunca a procurou. Isso, porque fora assassinado, deixando Terese como a principal suspeita.

E para piorar a situação uma mecha loira da filha única do casal é encontrada na cena do crime. A filha que estava morta há dez anos.

O livro faz parte uma série com o personagem Myron Bolitar, que não possuem uma ordem cronológica e nas primeiras páginas conseguimos entender mais sobre o personagem, mesmo este não sendo o primeiro livro com ele. Uma coisa que não me entrou na cabeça é como que um ex-jogador de basquete consegue fazer um trabalho tão incrível como investigador — que vocês vão ver, ele passa por poucas e boas — e além do mais, só apenas para ajudar uma amiga.

Sobre o autor

Harlan Coben é autor de Confie em mim, Não conte a ninugém, Desaparecido para sempre, Cilada, A promessa, Não há segunda chance, O inocente e Silêncio na floresta. Vencedor de diversos prêmios, é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: O Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da série de Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 40 idiomas. Aclamado na França, onde é conhecido como “o mestre das noites em claro”, seu livro Não conte a ninguém foi transformado no primeiro filme homônimo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet. Harlan nasceu em Newark, Nova Jersey. Depois de se formar em ciências políticas pelo Amherst College, trabalhou no setor de turismo. Hoje mora em Nova Jersey com os quatro filhos e a esposa, Anne Armstrong-Coben, que é pediatra.

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