Feeds:
Posts
Comentários

Archive for junho \30\UTC 2009

SALVADOR DALI

600px-salvador_dali_nywts

  SALVADOR DALI (1904-1989) nasceu em 11 de maio de 1904, na cidade catalã de Figueras (Espanha), região que foi também uma espécie de pano de fundo para grande parte de sua obra. Tornou-se uma figura popular com aqueles bigodes enormes. Era artista e showman na divulgação da própria obra. Filho de um prestigioso tabelião, estudo escola pública (Colégio Salle).

Começou a estudar desenho quando tinha 13 anos. Em 1919 participa de uma exposição de pintura. Em 1922 obtém o reconhecimento da Associação Catalã de Arte e no mesmo ano matricula-se na Escola de Belas Artes de Madrid, onde fica até 1926 conhecendo Frederico Garcia Lorca.

Vinha de uma família sólida de classe média. Era rodeado por amigos ricos e cultos que incentivavam Dali e mantinham bem informado sobre os desenvolvimentos no mundo das artes.

 Foi estudar pintura em Madri (1921-1926) quando já possuía boa bagagem artística. Foi nessa época que fez amizade com o poeta Lorca. Sua primeira exposição individual aconteceu em 1925, na Galeria Dalmau (Barcelona). Foi chamado em 1927 para o serviço militar, cumprindo-o no Castelo de Sant Ferran (Figueres).

É cada vez mais atraído para o Surrealismo a partir de 1.929, e influenciada pelas teorias de Sigmund Freud. Casou-se com Gala Eluard que fora antes sua amante, que além de ser a musa inspiradora, foi uma grande colaboradora e organizadora de seus afazeres. Mas foi ela também que sua ganância incentivou Dalí a banalisar a sua arte.

Em 1938, fiel ao mesmo tipo de pintura, modificou sua orientação temática até chegar a quase mesmo mistricismo.

Sua melhor produção é considerada a que ocorreu entre os anos 29-39.Dalí pintou suas obras mais famosas. As pinturas desenvolviam interpretações e associações irracionais, dependendo do ponto de vista, de acordo com o método crítico-paranóico por ele criado. Conferiu à sua obra sempre uma aparência acadêmica com impecável precisão fotográfica. No final da década de 1930, Dalí estava começando a ser reconhecido nos Estados Unidos, onde as atitudes face às novidades artísticas eram menos conservadoras do que na Europa.

O início da Segunda Guerra Mundial e a vitória dos alemães sobre a França, em 1940, levaram Dalía fugir para os EUA, onde ficou oito anos.  A América também despertou seu lado exibicionista, tornou-se uma super-celebridade. Em 1962 cria grandes pinturas como a “Batalha de Tetuán”.Recebe em 1964 a Cruz de Isabel a Católica e un ano depois; realiza una grande exposição em Tókio. Em 1973 é inaugurado o Museu Dali.

Os últimos anos de Salvador Dalí foram obscurecidos por um distanciamento de Gala, que morreu em 1982. No mundo das artes crescia a preocupação com a quantidade de obras falsas que lhe eram atribuídas a Dalí.

O próprio Dali sabia de sua parcial culpa, pois que muitas vezes chegou a assinar centenas de folhas em branco que seriam obviamente usadas de forma ilícita. Em 1986 sofreu graves queimaduras por causa de um incêndio ocorrido em seu quarto.

A partir de então vive prostrado em uma cama na torre do Museu de Figueres. Faleceu em 20 de janeiro de 1989, anos 84 anos de idade. Seu corpo embalsamado está enterrado em uma tumba sob a cúpula do Museu de Figueres (Espanha).

2007061100_bloguncoveringorg_ascencao_salvador_dali206-tm

dali_salvador_crucifixion

dali-cannibalisminautumn

dali-premonicao1

mostra_imagem

salvador-dali

salvador_dali1

salvador_dali_1

salvador-dali-3-sphinxes-of-bikini

salvador-dali-meditation-on-the-harp

salvador-dali-sleep-1937

salvador-dali-temptation

Anúncios

Read Full Post »

Eu Sou o Livreiro de Cabul é o tão esperado depoimento do protagonista que a jornalista norueguesa descreveu de forma polêmica em seu livro-êxito. Rais se mostra insultado, traído, e lamenta uma interpretação que se equivoca na essência, culpando-o com gravidade, quando, segundo ele, cada ato seu é ditado pela realidade que o circunda e à qual não pode escapar. Adotando a narrativa como um diálogo permanente com figuras mitológicas da Noruega, os trolls (entidades mágicas onde a verdade é buscada para que a justiça se restabeleça), de alguma forma Shah Muhammad Rais chega à ironia máxima: o que foi denúncia deve ser denunciado; a acusadora virou acusada. O autêntico Livreiro sugere aqui que, se Seierstad não soube enxergar as profundas diferenças entre uma pátria rica e confortável, a Noruega, e um Afeganistão torturado por pressões sociais e religiosas, cometeu, mais que um livro, mais que um escândalo, um crime – um crime sem punição possível, que somente poderá ser abrandado com a mesma arma que ela usou: um livro. A que museu eu deveria mandar meu filho de doze anos para elevar seu orgulho e sua auto-estima se o Museu Nacional foi saqueado por contrabandistas que roubaram artefatos ancestrais e antiguidades de até seis mil anos de existência?, escreve o Livreiro.

Read Full Post »

O LIVREIRO DE CABUL

O livreiro de Cabul é um livro-reportagem narrado por uma hábil escritora. Não se trata meramente de mais “um olhar humanizado sobre a matéria”, máxima que muitos jornalistas escutam nas redações na hora de contar aos seus leitores os dramas humanos. A obra de Asne Seierstad vai além do jornalismo literário convencional. É pura literatura, romântica e não piegas, com pinceladas de bom jornalismo.

Asne Seierstad

O livro remete às crônicas de viagem do século XIX, pois traz seu quinhão de pitoresco e exótico na narrativa do cotidiano de uma família afegã, mas sem cair na esteriotipação que nasce dos preconceitos. Asne é uma estrangeira em meio a uma cultura mal-compreendida e estranha ao ocidente, por isso o encanto e a surpresa do olhar forasteiro estão lá, mas ela se permite viver a rotina de seus anfitriões e olhá-los com o máximo de isenção, sem contudo perder o calor da tão buscada “humanização da notícia”.

Tanto cuidado não impediu no entanto, que a família que serviu de modelo para a obra de Asne, processasse a escritora e pedisse compensações financeiras por “transtornos causados devido às revelações feitas na obra”. O resultado do julgamento foi a doação de uma parte dos direitos autorais para uma fundação que visa promover a literatura afegã, sugestão da própria autora.

No livro, o personagem principal, Sultan Khan, é inspirado em um livreiro de carne e osso, que enfrentou poucas e boas para garantir o funcionamento de suas livrarias durante o Talibã. Embora tivesse um comportamento liberal e progressista na área da cultura, Sultan Khan dirigia a família com mão de ferro, seguindo os preceitos do fundamentalismo islâmico no trato com as esposas e filhos.

Sem fazer concessões, mas tampouco tecer juízos de valor, a autora não esconde a admiração que aprendeu a sentir pelo patriarca do clã que a hospeda na tumultuada Cabul de muitas guerras civis e invasões. Mesmo admitindo que algumas ações de seu anfitrião são condenáveis sob o ponto de vista da sociedade na qual foi educada, Asne não deixa de mostrar um outro ponto de observação pelo qual o leitor pode tecer suas próprias considerações.

A escritora parece compreender com bastante clareza o fato dos seres humanos serem luz e sombra ao mesmo tempo. Mais que isso, boa parte das ações humanas se origina na zona cinzenta que faz o ponto de intersecção entre a luz e a sombra. Pena que a família do livreiro não gostou do resultado, ou se arrependeu de deixar alguém devassar sua intimidade.

Sem esconder a opressão vivida pelas mulheres afegãs, tema largamente explorado na literatura e amplamente mostrado na mídia, ela investe em esmiuçar outro ângulo da mesma questão, revelando que as relações de gênero no Afeganistão são bem mais complexas do que sonha a vã filosofia maniqueísta da cultura ocidental. Os homens de lá também vivem oprimidos, tanto por regimes que cerceiam as liberdades civis, quanto pelo peso da tradição.

O livreiro de Cabul não chega a ter a qualidade literária e documental do primoroso Enterrem-me em pé, obra de Isabel Fonseca sobre os ciganos do Leste Europeu, mas ainda assim é uma excelente leitura tanto para quem admira uma história bem contada, quanto para os que defendem um jornalismo bem feito, isento,  mas nem por isso destituído de inteligência e… humanidade.

 

FONTE: mardehistorias.wordpress.com

Read Full Post »

MAYADA

 

 

 
Mayada é uma iraquiana de uma família nobre. Seu avô foi um dos mais influentes nacionalistas árabes, e foi por conta da influência dele que ela conheceu Saddam Hussein. Mayada, em sua juventude, sempre andou entre a realeza, era estudada e trabalhava como jornalista. Casou-se e teve dois filhos. Em 1979, quando Saddam subiu ao poder, Mayada já estava divorciada e após as terríveis guerras no Iraque, ela teve que sustentar precariamente os filhos com o que ganhava em uma pequena gráfica.

Em 1999, Mayada foi presa, sem saber o porque disso. Foi levada para Baladiyat, quartel-general da polícia secreta iraquiana. Lá descobriu que estava sendo acusada de imprimir folhetos contra o governo. Mayada é coloca na cela 52, com mais 17 mulheres de diversas origens. As mulheres-sombras, como Mayada as chamava, se encantam pelas histórias dela.
Todos os dias várias mulheres da cela eram levadas para tortura. E durante esses relatos, tive que parar diversas vezes para me recompor, as lágrimas vinham com força. Mayada foi torturada apenas uma única vez durante o mês que ficou presa.  No primeiro dia na prisão, ela foi levada para a parte hospitalar da prisão porque sentia fortes dores no peito. Ao perceber que o médico tinha sido afável com ela, pediu-o que ligasse para sua mãe e a informasse sobre seu paradeiro.

Um mês depois Mayada foi solta. Voltou para os filhos e fugiu para a Jordânia. Em 15 de abril de 2003, integrantes da coalizão declararam o fim da guerra  no Iraque,  e foi quando ela decidiu contar sua história.

Read Full Post »

Descrição: Nosso fascínio pelos serial killers é ao mesmo tempo perturbador e compreensível. Perturbador porque, de acordo com a moral da sociedade, deveríamos condenar os crimes cometidos por esses assassinos e evitar qualquer pensamento acerca de suas ações horrendas, mas compreensível porque somos muito fascinados por seus motivos – o que os levam a se comportar de modos tão desvirtuados e o que os fazem se tornar assassinos que agem continuamente?

Esta obra apresenta detalhes sobre os 50 serial killers mais famosos do mundo, indo de Jack, o Estripador, a Ted Bundy. Com a documentação de cada um deles, é fácil perceber temas semelhantes surgindo: David Berkowitz ou Anatoly Onoprienko, que cresceram para ser solitários e, consequentemente, acabaram se vingando de uma sociedade pela qual se sentiam rejeitados; os assassinos que matavam por impulso sexual, como Albert Fish ou John Christie; e os praticantes ocultistas, como os Estripadores de Chicago e Richard Ramirez, inspirados por rituais macabros, a fim de transformar suas fantasias obscuras em realidades ainda mais sombrias.

Não importam quais sejam as histórias que surjam desse grupo de indivíduos distorcidos, Serial Killers – Nas Mentes dos Monstros é um testamento atraente – e preventivo – do potencial do comportamento humano para o verdadeiro terror e a pura maldade.

ANJOS DA MORTE

– Nannie Doss, Belle Gunness, Harold Shipman

CANIBAIS INSANOS

– Joachim Kroll, Jeffrey Dahmer, Albert Fish, Ed Kemper

AMANTES DEMONÍACOS

– Douglas Clark e Carol Bundy, Charles Starkwestherr e Caril Fugate, Fred e Rosemary West, Ian Brady e Myra Hindley, Paul Bernardo e Karla Komolka

OPORTUNISTAS

– Ray e Faye Copeland, Martha Beck e Raymond Fernandez, Charles Sobhraj,

CAÇADORES DA ESTRADA

– Gerard John Schaefer, Henry Lee Lucas, Aileen Wuornos

ASSASSINOS MANÍACOS

– Adolfo Constanzo, Pedro Lopez, Richard Ramirez, Leonard Lake e Charles Ng

ASSASSINOS PEDÓFILOS

– Marc Dutroux, John Wayne Gacy, Andrei Chikatilo

FRANCO-ATIRADORES PSICÓTICOS

– John Muhammad, Anatoly Onoprienko, David Berkowitz

ASSASSINOS ESTUPRADORES

– Pee Wee Gaskins, Carl Panzram, Paul Knowles, Ted Bundy

ESTRIPADORES IMPIEDOSOS

– Os estripadores de Chicago, Dennis Nilsen, Peter Sutcliffe, Ed Gein, Jack o estripador

ESTRANGULADORES SÁDICOS

– Carlton Gary, Reginald Christie, Moses Sitrole, Albert de Salvo, Kenneth Bianchi e Angelo Buono

EXTERMINADORES DA PERIFERIA

– Juan Corona, Robert C. Hansen, Fritz Haarmann, Carroll Edward Cole

ASSASSINOS VAMPÍRICOS

– Bela Kiss, John George Haigh, Dean Corll, Ali REza Khoshruy Kuran Kordiyeh

Read Full Post »

PRINCESA SULTANA

Baseado em fatos reais, Princesa Sultana, é narrado em primeira pessoa. A história é contada por uma princesa da Arábia Saudita, muçulmana, que escondida pelo pseudônimo de Sultana, relata a terrível vida na qual as mulheres do Oriente Médio -em especial as Sauditas- vivem, ou melhor, sobrevivem.

Apesar de fazer parte da família real Al Saud, Sultana possui um comportamento rebelde, é inconformada com a ausência de leis a favor das mulheres, e o jeito em que são vistas pela a maioria dos homens: servindo apenas para atendê-los, gerar filhos e como um mero instrumento sexual. Ela presencia inúmeras injustiças, como o harém que o seu primo possui em seu palácio, com moças muito jovens vendidas pelos seus próprios pais, usadas por ele, seus filhos e convidados; o casamento forçado de sua sobrinha Munira, com um amigo de infância de seu próprio pai -uma jovem com perspectivas de estudo, e horror aos homens (sabendo como são tratadas pela maioria deles), e etc…

Pequenos acontecimentos, mas que representam uma grande realidade vivida por muitas mulheres árabes, que entre preconceitos, instabilidade, submissão, estupros, crueldade, sobrevivem de uma forma que, muitas chegam a relatar que foram “enterradas vivas” pela sorte que o destino as concedeu.

Sultana não deixa de ter também seus momentos de fraqueza, ao suprir suas faltas com a bebida alcoólica, que apesar de ser proibida na Arábia Saudita, é muito comum; e mesmo tendo uma ótima família ( marido e duas filhas ), dinheiro e todo o conforto de uma princesa, entra em momentos de depressão pela “ vidinha” que leva, e por diversas vezes não poder impedir inúmeras crueldades que tanto a revolta. Porém, não para de lutar fazendo a sua parte, ajudando e não aceitando o terror vivido por essa nação feminina. “Não posso aceitar que a vida trágica de tantas mulheres sauditas tenha sido predestinada pela vontade de Alá.”- desabafa Sultana.

Read Full Post »

MEDIDA CERTA

 

Como num diário, Zeca e Renata recapitulam, semana a semana, toda a história do projeto, revelando o que não pôde ser captado pelas câmeras, como a ansiedade, a repercussão pública, a transformação interna gerada pelos novos hábitos e a surpresa de se sentir capaz de fazer coisas antes penosas. As observações pessoais dois sobre as diferentes etapas da aventura não ficam de fora: vão de surpresas com o grau de condicionamento físico a dicas para quem quer seguir o mesmo programa, com receitas de pratos e sugestões para a prática de exercícios físicos.

Alinhavando os depoimentos alternados de Zeca e Renata, o educador físico Marcio Atala – idealizador do programa e “guru” da reprogramação corporal da dupla – comenta sobre as necessidades e estilos de vida dos dois jornalistas, descrevendo em detalhes a metodologia dos 90 dias de reeducação corporal e ensina como qualquer pessoa pode conseguir os mesmos resultados de Zeca e Renata.

Torcida pela Saúde

No programa final da série foram anunciadas ao vivo as conquistas da dupla. Zeca perdeu mais de 12 quilos de gordura, ganhou outros 5 quilos em músculos e enxugou 11 centímetros da cintura. Renata eliminou 9,5 quilos de gordura, ganhou 3,6 quilos de massa muscular e afinou a cintura em 13 centímetros.

 

 

 

 

A Atividade física corresponde a 70%/80% do emagrecimento, enquanto a alimentação corresponde a 20%/30%.

No mínimo 150 min de aeróbico por semana e 2 dias de musculação. 

Se não deu pra fazer o exercício conforme programado, faça outra coisa. O necessário é não deixar de se mexer.

Nada de malhar em jejum.

É preciso sempre tirar o corpo da zona de conforto. Se o exercício ficou fácil, está na hora de variar.
 
Janela da oportunidade: 2 hs pós-treino. Alimentos que sejam boa fonte de energia. Ex: sanduíche de pão integral com queijo branco ou peito de peru, salada de frutas, suco, leite desnatado com achocolatado light.

Treino intervalado é o que mais queima gordura, principalmente a abdominal.

Exemplo de treino, para ser incorporado na rotina:
Aeróbico 6 dias semana. Alternar durante a semana para variar o estímulo, sendo 2 intervalados.
-corrida:30 min – 1 min correndo forte e 2 andando
-bicicleta:30 min-40 seg pedala forte com carga,descansa 1 min e anda 20)-freq card entre 135e145
-2 treinos de limiar – freq card entre 150 e 165
-pilates 2 vezes semana
-spinning pode substituir o intervalado se alternar musica forte/lenta, mas não o contínuo e longo

 

 

 

 

 

Cortar:  sal, açucar, gorduras
Aumentar: fibras, agua (mínimo 2 lt), comer fracionadamente (intervalos de no máximo 4 hs)

Fazer última refeição 3 hs antes de deitar

Grandes erros: exercício físico sem regularidade, comer rápido, horário das refeições bagunçado.

Nada é proibido, mas gorduras, doces e bebidas alcoólicas devem ser exceção, enquanto fibras, bons carboidratos, proteínas devem ser a regra.  O corpo pode e deve entender que se tem 22 dias saudáveis e 7 de exceções.

O corpo precisa de um tempo, de no mínimo 3 meses, para se adaptar à nova situação. E depois mais, no mínimo 3 meses, para a manutenção. Durante esse período, o organismo vai pedir alimentos calóricos. Por isso, pelos menos nesses 6 meses, é recomendada a prática de atividade física por 22 dias/mês ( ou seja, pelos menos 2 domingos tem que entrar)

Fazer dieta é perigoso. A restrição faz perder água e músculos. Quando se cai em tentação novamente, o organismo estoca em forma de gordura, para eventual falta.

Não se engane dizendo: vou dar só essa escapadinha, vou faltar só hoje no treino. Perceba que você faz isso sempre e, se continuar assim, nunca vai sair desse padrão. Imagine o resultado desses deslizes acumulados em anos.

Não tem salada??? A proposta é reprogramar o corpo fazendo as escolhas certas, sem deixar de viver por isso. Não se pode passar fome, deve-se comer equilibradamente, sem abrir mão do que gosta. Nos primeiros 90 dias é extremamente importante mandar mensagens para o cérebro de que seu comportamento mudou.

Gorduras do bem ou insaturadas são: azeite, nozes, amendoas, castanhas, linhaça, chocolate amargo, omega 3 e 6.

É mito que carboidrato à noite engorda. Em todas as refeições, metade do prato deve ser de carboidrato.

Deixar algumas peças de roupa que não servem para um teste futuro.

Se presentear a cada conquista.

O que comer nos intervalos: pão integral+queijo cottage/branco+presunto sem gordura/blanquet de peru
                                barra de cereal+2 polenghinhos+2 castanhas
                                leite desnatado com banana e aveia
                                iogurte com cereal
                                5 biscoitos agua e sal+requeijão light

 

Quarta semana – só agora o corpo começa a entender o que está acontecendo. Até então a perda pode ser lenta. Não prestar atenção à balança, principalmente as mulheres, pois o peso oscila muito durante o mês e, devido ao ganho de massa muscular, é mais confiável basear-se nas roupas. Como o mesmo peso de gordura e musculo tem volumes diferentes, a circunferência diminui mas o peso nem sempre acompanha.

 

 
CORTAR:

AÇUCAR
SAL
GORDURA
REFRIGERANTE
DIMINUIR:

FARINHA BRANCA

 

INCLUIR:

INTEGRAIS
PROTEINAS MAGRAS (ATUM, CLARA OVO, COTTAGE, PEITO PERU, FRANGO, IOGURTE DESNATADO)
SHAKE PROTEÍNA
EXERCÍCIOS:

4 DIAS DE AERÓBICO
2 DIAS DE MUSCULAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read Full Post »

Older Posts »