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PASSAGEM PELA INDIA

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  • Resultado de uma experiência única, este livro reúne informação, emoção e reflexão. O jornalista Ivan Carneiro Gomes conduz o leitor por um mergulho em diferentes aspectos da surpreendente vivência indiana: cultura, religião, economia, diferenças sociais. Anotações de viagem feitas no calor da hora do encontro com uma criança subnutrida, crítica social, a riqueza do Taj Mahal e das manifestações religiosas, a diferença entre o Ser e o Ter são algumas das linhas condutoras desta obra. Apresentado em forma de tópicos curtos, com imagens e links pelo texto, Passagem Pela Índia é uma leitura que faz viajar e questionar, voltada a todos aqueles que se interessam por novas experiências.

– Entre as causas da miséria indiana, destacam-se 2 vertentes: as conquistas sucessivas que o país sofreu ao longo da sua história, desde o poder dos mongóis, culminando com a colonização britânica, de 1820 a 1947; e a própria filosofia indiana, que considera a vida um eterno retorno pelo processo de reencarnação, até chegar ao Nirvana, que só os iluminados alcançam. Sem a competição individualista pela acumulação de bens materiais, os percalços do caminho não representam uma questão de pecado, como na cultura ocidental, mas sim uma questão de imaturidade da alma. O ciclo da vida deve ser percorrido e a posição da pessoa em cada vida é transitória. Essa hierarquia implica que quanto mais alto se chega na escala, maiores são as obrigações.  A roda da vida (samsara) cobra mais de quem é mais capaz.  è muito raro assalto à mão armada, pois o povo religioso tem uma atitude diferente diante da miséria;

– O período de dominação britânica, iniciado em 1602, quando a rainha Elisabeth I autorizou o monopólio comercial para a Cia Inglesa das Indias Orientais, solidificou-se em 1820, com o controle britânico de praticamente todo o território indiano (exceto Punjab, Caxemira e Peshawar). Foi somente no sec. XX que conquistou sua independência. Teve a marca do grande líder, Mahatma Gandhi, que dobrou a resistência inglesa após 27 anos de campanhas de desobediência civil e ações de não-violência (1920-1947).

– Gandhi – filho de um rico ministro, estudou direito em Londres e passou 23 anos na Africa do Sul, defendendo os direitos dos imigrantes indianos. Retornou à India em 1914, lançando-se na luta por sua independência. Desencadeou uma série de boicotes contra produtos britânicos. Abandonou os trajes ocidentais. Em 1930 liderou uma marcha de milhares de pessoas em direção ao mar, andando mais de 320 quilômetros a pé para protestar contra os impostos sobre o sal. Estimulou a desobediência civil e promoveu um longo jejum até o dia da independência. Morreu assassinado por um nacionalista hindu brâmane chamado Mathuram Godse, em 1948, 5 meses e 15 dias depois da independência;

– Sua diversificada produção inclui açucar, arroz, algodão, chás, castanhas, cimento e filmes comerciais;

– O sonho de liberdade levou à uma divisão entre India e Paquistão e mobilizou uma das maiores migrações da história humana, com 10 milhões de hindus, siquis e muçulmanos fugindo de suas casas em emio a tumultos e massacres;

– No acordo de Independência, os ingleses exigiram que os muçulmanos residentes na Ìndia fossem para o Paquistão e os hindus de lá voltassem. Foi assim que em 15/08/1947 a India conquistou sua independência;

– A capital Délhi, com mais de 10 milhões de habitantes, é constituída pela antiga e nova Délhi, inaugurada pelos ingleses em 1931. Embora pareça uma ilusão urbana, é na antiga Délhi, que termina na praça Connaught Place,  que se concentra o verdadeiro espírito da India e concentra a maioria das pessoas;

– O sistema de castas é dominante: brâmanes ( dominante ) – xátrias ( guerreiros e cavaleiros ) – vaixás ( comerciantes ) – sudras ( servidores). DÁLITS ou Intocáveis não pertencem a nenhuma, são das camada mais baixas;

– A maioria, 83%, é hindu, religião que prega a adoração à natureza e às formas simples de viver. Cerca de 7% da população pertence a mais de 300 tribos catalogadas. Há ainda o islamismo (11%), o siquismo (2%), o jainismo e o budismo;

– O hinduísmo conta com 3 grandes deuses: Brahma, o criador – Shiva, dançarino asceta destruidor – Vishnu, preservador que garante a duração dos mundos. Há também Ganesha, Krishna;

– Dalai Lama – estabeleceu o centro de seu governo no exílio, depois da invasão chinesa no Tibet. Cerca de 100 mil pessoas atravessaram com ele a fronteira da India, fugindo das tropas vermelhas. Para os tibetanos, os dalais são emanações de Buda.Aos 2 anos foi encontrado por monges e reconhecido como a reencarnação do ultimo Dalai Lama. Foi entronado como supremo chefe espiritual no Tibet. Aos 24 anos tornou-se doutor em Filosofia Budista.

– Brahma Kumaris – fundada em 1936 por um rico comerciante, é hoje referência mundial na educação de valores humanos. Aos 60 anos, após uma série de revelações e visões, abandonou seus negócios para dedicar-se à criação de uma Universidade dirigida por mulheres e inspirada na visão de um mundo onde as pessoas pudessem viver em paz e harmonia. Oferece uma oportunidade para as pessoas aprenderem a meditar e aprofundar conhecimentos sobre valores universais;

– A medicina é considerada o mais antigo e completo sistema medicinal da India, datando de 3.500 a.C. Tem como princípio básico o equilíbrio do corpo, sentidos, mente e consciência. É uma medicina holística, baseado no biotipo da pessoa, que inclui dieta, um composto de ervas medicinais, posturas de ioga e exercícios de respiração e tratamentos com óleos medicinais. O objetivo é buscar a origem da doença em vez de tratá-la superficialmente ou suprimir seus sintomas;

– Hotel com camas na calçada para os que não tinham dinheiro suficiente;

– Profissões como barbeiro, marceneiro, sapateiro, engraxate, costureiro, manicures e até limpador de ouvidos são exercidas na rua;

– Hotel com camas na calçada para os que não tinham dinheiro suficiente;

– muitos moradores de rua fazem o trabalho artesanal ao ar livre. À noite, de cócoras, amassam calmamente uma farinha de trigo e preparam sua refeição nas brasas de um fogão de tijolo. Eles apreciam comer sem talheres e muitos andam descalços;

– Em alguns hotéis, se reclamar do lençol sujo, eles resolvem facilmente…virando o lençol pelo avesso;

– Impressiona a falta de trabalho formal. Centenas de pessoas ficam simplesmente paradas na rua, de cócoras, esperando o tempo passar;

– Bicicletas e lambretas são muito utilizados, inclusive como táxi;

– Há uma constante mistura de cheiros: agradáveis como comida e incenso, e desagradáveis como urina;

– Roda gigante movida a pés, em um parque de diversões, lembrando o desenho dos Flinstones;

– As pessoas vendem tudo para sobreviver: o mais comum é milho tostado em brasas ou bananas, que são colocados diretamente no chão;

– Em alguns restaurantes, você praticamente come na rua. O atendente que mexe com o dinheiro é o mesmo que serve a comida, prepara massa com as mãos e recolhe os pratos, lavando-os sempre na mesma àgua, dentro de uma bacia;

– No caminho para o centro de Bombaim (também chamada Bollywood), o povo atrai a atenção: aos milhares, os indianos andam pelas ruas e praias, como num grande balneário. A cidade fica junto a um rio de àguas poluídas, em meio a muitos edifícios. Há centenas de pessoas vivendo em meio ao barro, numa sujeira indescritível.

– O cinema indiano não sofreu a invasão da cultura americana, tem a cara da India. Eles têm paixão pelo cinema, como os brasileiros pelo futebol. Os atores são vistos quase como deuses.

– Os indianos não tem costume de trocar de roupa na frente de estranhos. No entanto, mesmo com sanitário, a maioria dos homens prefere fazer suas necessidades fisiológicas na rua, sem o  menor pudor;

– A informática é um mercado em expansão;

– A India segue um regime parlamentar, sendo considerada a maior democracia do mundo.

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IDENTIDADE ROUBADA

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Conhecemos Annie O’Sullivan uma corretora de imóveis de 32 anos, começando a engrenar na profissão. Em um plantão de vendas num domingo, ela recebe poucas visitas e já está quase indo embora quando aparece um homem que parece ser um comprador em potencial. Ele é bonito e educado. Quando está terminando de mostrar a casa, ela sente algo em suas costas e com pavor escuta a voz do homem dizendo para fazer o que ele manda, senão irá matá-la. Ele a coloca dentro de um carro, a seda e quando acorda, Annie está em uma cabana feita para prendê-la e lá ela permanece por meses convivendo com um Maníaco (assim que ela passa a chamá-lo em sua mente) que escolhe qual roupa ela deve vestir e comer, quantas vezes ela deve ir no banheiro por dia e ainda a estupra.

É a própria Annie que narra a história e o livro é dividido em sessões de terapia. Annie conta como sobreviveu ao maníaco e sua vida atual que não é nada fácil já que ela tem medo de tudo e de todos, não se sente segura dormindo na sua cama e dorme no closet, não consegue trabalhar e por mais que odeie, vive do dinheiro de entrevistas. Os seus relacionamentos foram por água a baixo: com a mãe nunca teve um relacionamento muito bom depois da morte do pai e irmã mais velha e isso piorou desde que voltou, a melhor amiga que sempre a colocou pra cima ela prefere manter afastada e nem ela entende muito bem o motivo para isso, o namorado é atencioso, mas ela não consegue permitir que ele lhe toque.

Annie engravida do Maníaco mas depois que a bebê nasce ele a despreza e passa a se irritar com os choros constantes. Um dia, a bebê fica com febre e ele a deixa assim por vários dias, se recusando a levá-la ao hospital. Um dia Annie acorda e a encontra morta. Não sabe se foi da doença ou se foi o Maníaco. Ele some com o corpo da criança.

Depois de um tempo o Maníaco passa a permitir que Annie saia da cabana para ajudá-lo com a lenha. Um dia se distrai com um pedaço mais difícil de cortar e Annie aproveita para matá-lo com o machado. Pensei que a história se fecharia com Anne se livrando do maníaco, mas ela continua após isso desenterrando e desvendando mistérios com relação ao seu sequestro, ainda pela segunda metade do livro.

Vemos como Annie foi despedaçada e passa a reunir os cacos de si mesma e sabemos que ela própria sabe que por mais que ela junte todos, nunca mais vai ser a Annie de antes. Também achei que a 2ª parte ficaria nisso, mas então vem uma reviravolta inesperada.

A casa de Annie é invadida numa manhã em que ela saiu para correr. Até aí parecia apenas um assalto.Mas depois de um tempo acontece nova tentativa de sequestro, que ela escapa por pouco.

O policial que cuida de seu caso pede que ela fique atenta a todos que poderiam ter algo contra ela ou se beneficiariam com seu sumiço.

Sua mãe lhe conta que o ex-namorado e a amiga ficaram muito próximos depois de seu desaparecimento e que os negócios de ambos prosperaram com a mídia em torno do caso. Annie se recusa a acreditar que eles possam ter algo a ver com a tragédia.

E a grande revelação é que quem realmente estava por trás de tudo o tempo todo era sua mãe. Ela e o padrasto haviam pedido dinheiro a um agiota e estavam muito endividados. Havia também uma rixa entre sua mãe e a irmã dela, desde sempre. A irmã tinha uma filha também corretora de imóveis, com mais sucesso na carreira. O irmão de ambas estava na cadeia e conhecia o Maníaco. Surgiu então a ideia de um falso sequestro, em que o Maníaco ficaria com Annie apenas por 3 dias, deixando-a sedada para que não percebesse nada e depois devolvendo-a. Mas o Maníaco tinha seus próprios planos.

A intenção da mãe era ganhar dinheiro com o caso, através de mídia que surgiria com tudo.

Annie consegue a confissão do padrasto e a polícia posteriormente da mãe.

Annie então decide aceitar a proposta de um filme sobre sua história, já que precisava de dinheiro para sobreviver e ganharia o suficiente para viver pelo resto da vida. Vendeu sua casa e foi estudar nas montanhas.

 

MENTIROSOS

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Cadence  é a neta primogênita da respeitada, porém decadente, família Sinclair. Vivendo de aparências, todos os anos o patriarca reúne as três filhas e seus netos para o verão em sua ilha particular – um momento de descanso, mas também de pequenos conflitos familiares.

Junto com seus queridos primos, Johnny e Mirren, e o amado amigo Gat, Cady forma um grupo autodenominado Mentirosos e aproveita ao máximo cada minuto daqueles dias preciosos. Com a energia do primo, a doçura da prima e a inteligência do amigo de família mais humilde, todos os verões tornam-se especiais, algo pelo que passar o resto do ano esperando.

Mas isso muda no verão de seus quinze anos, quando um inexplicado acidente a obriga a passar por dezenas de exames e a afunda em um quadro depressivo, com amnésia seletiva e dores de cabeças insuportáveis. Dois longos anos se passam até que ela se canse do silêncio dos primos e do amado Gat e decida que é hora de voltar à ilha.

A ideia, que parecia perfeita, torna-se desconfortável quando todos são extremamente cautelosos e se recusam a falar sobre o que aconteceu – nem mesmo seus Mentirosos parecem querer ajudá-la a lembrar. E aí cabe a ela, sozinha, reunir os fragmentos de memória e juntar as peças para descobrir o que realmente aconteceu.

Os Sinclair são aqueles (quase ex)ricos que vivem de aparência e perdem a linha quando a questão é dinheiro. As irmãs, com suas disputas pessoais, e o avô linha dura formam a base para os jovens que só querem se divertir e esquecer a falta de estrutura de seus núcleos familiares.

Os Mentirosos, por sua vez, têm características pessoais muito diferentes entre si, mas a mais marcante delas é o fato de só se verem e conviverem durante o verão, como se aquilo fosse um mundo à parte. Cadence tem seus problemas e mimimis, mas considerei todos justificáveis. Ela ama os primos de coração, assim como Gat, por quem desenvolve uma paixão que acaba sendo conturbada, mas fofa. Sua luta para reconstituir os fatos e chegar à verdade é solitária e dolorosa – mas não tanto quanto o que ela descobre.

Com um quebra-cabeça intrincado, a autora nos engana e surpreende. Além disso, o desfecho é muito bem definido, fui feita de boba e nem em cem anos teria imaginado o que aconteceu – mesmo com os sinais estando por lá ao longo da leitura.

Comecei a achar o livro meio chato e fui pulando partes, esperando um final bobo. Quando vi o que era e percebi que tinha várias pistas, tive vontade de ler de novo. Fui passando os olhos rapidamente e percebi alguns trechos bem interessantes:

  • os Mentirosos estão ao sol e Cadence pergunta se não vão passar protetor solar. Eles dizem que não acreditam em protetor, acham que é enganação (afinal, morreram queimados, e o protetor de nada adiantou)
  • o fato de todos terem sumido por 2 anos. No verão de 16 anos Cadence não quis ir para a ilha, mas quando foi no de 17, estava muito brava com todos, principalmente com Gat, que pensava ter arrumado outra namorada
  • quando Cadence chegou na ilha, com 17 anos, os demais ficaram admirados com quanto ela havia crescido, mas eles estavam iguais, paralizados nos 15.

No verão de 15 anos, cheios de tanta disputa por dinheiro entre as irmãs, com tanto autoritarismo e chantagem do avô para conseguir o que queria, e ainda o mesmo tentando fazer com que uma das filhas não se casasse com Ed, o pai de Gat, por serem indianos, os Mentirosos decidiram, num dia em que não havia ninguém em casa, tacar fogo na propriedade e acabar com o mal que corroía a família. Porém, Johnny e Mirren e Gat acabaram morrendo no incêndio.

Cadence pensava ter se afogado e sofrido traumatismo e tudo levava a crer que a mesma havia sido abusada, por isso da amésia. Mas na verdade, foi um esquecimento seletivo, por conta do trauma da morte dos primos e amigo.

Todos estes diálogos entre ela e os meninos no verão de 17 anos não passava de imaginação (ou será que falava com seus espíritos?).

Resenha: Mentirosos

 

POST MORTEM

índice;

É um homem metódico, disciplinado, desumano: mata por prazer. As pistas até ele se perdem pelas ruas. A Dra. Kay Scarpetta, médica-legista, examina as vítimas, mulheres que não podem lhe dizer nada a não ser pelos vestígios que trazem no corpo. E no corpo delas há um brilho produzido por alguma substância química. Qual? A Dra. Scarpetta precisa descobrir logo, se quiser evitar a próxima vítima. E precisa aprender a conviver com o fato de que, apesar de usar em suas autópsias os recursos mais avançados da ciência e da tecnologia, esse aparato se destina a desvendar mentes tão perturbadas quanto impenetráveis. Em outro plano, precisa lidar ainda com a hipótese de que alguém muito próximo quer destruir sua carreira e está sabotando a investigação dos crimes.

Enredo

O livro começa com o assassinato da médica Lori Petersen, ela é a 4ª vítima de um misterioso maníaco que mata e estupra mulheres sempre nas noites de sexta-feira, entrando pela janela, e amordaçando as mulheres que morriam por asfixia. Para a polícia e principalmente para o policial Pete Marino, os crimes são cometidos por um louco que sente prazer em matar, mas para a médica legista Kay Scarpetta, chefe do Departamento de Medicina de Richmond, uma das cidades mais violentas dos EUA, o assassino é uma pessoa perfeitamente normal que ela chama de Sr. Ninguém. O pouco que se sabe sobre o maníaco é que possui um estranho odor corporal e é um não-secretor, ou seja, seu DNA não pode ser descoberoa pela saliva e nem mesmo pelo sêmen, o que significa que o assassino pode ser qualquer um dos 22 mil não secretores do sexo masculino em Richmond.

Três das 4 vítimas eram brancas, sendo que a única negra, Cecile Tyler, que era recepcionista, supõe-se morta por engano. Através do exame dos corpos, Scarpetta descobre algumas poucas ligações entre os assassinatos como, por exemplo, as manchas brilhantes que o assassino deixava em tudo o que tocava. Não bastando o mistério das mortes, Kay terá de enfrentar outros problemas, como a sua adversidade por Abby Turnbull, consagrada repórter sensacionalista, cuja irmã se tornou a 5ª vítima, uma infiltração no computador de seu escritório, e manter sua sobrinha, Lucy longe do universo de violência que domina Richmond.

Personagens

  • Kay Scarpetta: médica legista de aproximadamente 40 anos, chefe do Departamento de Medicina da Polícia de Richmond, faz o exame dos corpos em busca de pistas sobre os assassinatos.
  • Pete Marino: policial experiente, visto por Kay como um homem machista, que enche sua mesa com revistas pornográficas.
  • Lucy Scarpetta: sobrinha de Kay,  Lucy tem 10 anos e uma mente muito desenvolvida para sua idade, possui conhecimentos em informática que fazem com que sua tia suspeite que foi ela quem infiltrou-se em seu computador.
  • Bill Boltz: policial de quase 40 anos, porém com aparência jovem e atraente, tem um caso secreto com Kay Scarpetta, que descobre-se posteriormente, não é tão secreto assim. Bill se envolve em um escândalo com Abby Turnbull, fazendo com que perca a confiança de Kay, e se torne suspeito por ser um não-secretor.
  • Abby Turnbull: repórter sensacionalista que publica informações confidenciais do Depto. de Medicina. A irmã de Abby, Henna Yarborough, foi a 5ª vítima do maníaco de Richmond. A polícia suspeitou de que o objetivo do assassino era matar Abby e não a irmã.
  • Benton Wesley: agente do FBI enviado a Richmond para ajudar as investigações policiais.
  • Amburgey: chefe de polícia que suspeita que Kay esteja facilitando informações à imprensa.
  • Matt Petersen: marido de Lori Petersen que se torna suspeito da polícia por ser não-secretor.
De forma inesperada, o último assassinato forneceu um dado interessante, e talvez, imprescindível à polícia… Tal informação revela uma característica única do assassino, podendo atrai-lo de forma indesejada até Kay Scarpetta.
Foi descoberto que as 5 mulheres haviam ligado para o 911. O psicopata era um funcionário da área de comunicações contratado pelo município havia um ano. Ele trabalhava no turno das 6 à meia-noite.
Foi porto por Marino quando tentou invadir a casa de Kay.

UM MAIS UM

 

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Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. Mas como eles farão para chegar lá? Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista. Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio. Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário.

 

. Em terceira pessoa, a cada capítulo o narrador acompanha um dos quatro personagens:

one-plus-one-(3)menorTess – Faxineira, garçonete e handy woman. Beirando os 30. Trabalha dia e noite para conseguir manter a casa sozinha em um bairro pobre de uma cidade litorânea da Inglaterra. Mesmo com os altos e baixos (bem mais baixos do que altos), Tess é uma otimista convicta. O seu lema é “A gente dá um jeitinho” (tradução beeeem livre! Haha). É mãe de Tanzie e madrasta de Nicky.

one-plus-one-(4)Ed (ou Mr Nicholls) – Empresário rico e bem-sucedido. Trinta e poucos anos. Recém-divorciado, mora em Londres e tem uma casa de veraneio no litoral. Abriu e vendeu sua empresa, criada juntamente com seu melhor amigo da universidade. Está sendo acusado de insider trading por um erro bem bobo, ao tentar despistar a atual namorada pegajosa e desequilibrada.

one-plus-one-(2)menorTanzie Uma menininha de dez anos prodígio em matemática. Usa óculos e veste roupas feitas pela própria mãe. Ama ler. É considerada uma freak pelos jovens do bairro.

 

 

one-plus-one-(1)menorNicky – Adolescente de 14 anos. Gosta de usar lápis e rímel nos olhos e de vestir jeans skinny. Passa o dia jogando games online no PC e “só consegue dormir” se fumar maconha. A mãe era drogada e o abandonou com o pai, ex-marido de Tess. Sofre bullying na escola.

O livro tem um quinto personagem importante que, por motivos óbvios, não tem o seu ponto de vista narrado em nenhum capítulo: Norman, o cachorro enorme e preguiçoso de Tanzie.

Tudo começa quando Tanzie consegue, por recomendação de seu professor de matemática, ganhar uma bolsa de 90% em uma escola particular da cidade. Tess, no entanto, não conseguiria bancar os 10% restantes. O dinheiro que ela faz com os seus dois empregos mal dá para pagar as contas da casa. O seu ex-marido “fugiu” para a casa da mãe alegando depressão, após várias tentativas frustradas de começar um negócio próprio, e não ajuda Tess com um centavo. Uma luz no final do túnel surge quando o mesmo professor sugere que Tanzie participe de uma olimpíada de matemática na Escócia que premiará os vencedores com milhares de libras.

A família de underdogs acaba, depois de algumas atrapalhadas que eu vou evitar de contar em detalhes, conseguindo uma carona de carro para as olimpíadas com o Mr Nicholls. Um adendo: Tess conhece Ed porque é a faxineira da casa na praia do empresário. Os dois também se esbarram no pub onde ela trabalha por meio período.

Tess e Ed são de mundos completamente diferentes. Durante a viagem de vários dias, trancados juntos dentro do carro, os dois se irritam constantemente um com o outro. A trajetória até Aberdeen, na Escócia, é uma odisséia, cheia de percalços. Ed quer comer em restaurantes e dormir em hotéis caros. Tess planejava só comer sanduíches pré-preparados e passar a noite no carro, para conseguir manter o orçamento bem limitado que ela e as crianças têm para a viagem. É aí que entra “Pequena Miss Sunshine”: uma viagem atrapalhada para levar uma menininha até um concurso.

Enquanto isso, a autora aborda o antigo relacionamento de Jess e o fato do seu ex-marido não ajudá-la financeiramente, e fala também das antigas namoradas de Ed – que sempre queriam o dinheiro dele – e de como ele está se mantendo distante da família quando eles mais precisam dele.

Tanzie aproveita cada minuto para estudar equações complicadas e Nicky vive meio isolado de todos com fones de ouvido e um videogame portátil. Ed e Tess se vêem obrigados a conversar e, gradativamente, Tess percebe que o riquinho não é tão ruim assim. Os dois estão afundados em problemas maiores do que eles são capazes de lidar – a única diferença é que Tess mantém-se otimista, mesmo contra todas as possibilidades. O otimismo cego da mulher irrita Ed no princípio, mas, aos poucos, passa a ser algo atraente. É óbvio que vai rolar um romance entre eles (é um livro da Jojo Moyes, o que você esperava?).

Tess e Ed são um casal bem típico dos livros da autora: os dois se odeiam no começo e depois um vai percebendo que o outro não é tão ruim assim… Mas o que eu mais gosto neles é que o romance não é forçado. Tudo começa apenas como uma atração, causada pela conveniência da situação, ambos deslocados de seus ambientes naturais e de seus problemas.

Jojo aborda os problemas que todos temos, e que nem por isso são problemas “maiores” ou “menores” que os dos outros. Tudo depende de quem os está enfrentando. Além disso, não devemos julgar a situação em que cada um está passando. Para Jess, os dramas de Ed eram fáceis de serem resolvidos, já que ele tinha muito dinheiro e provavelmente se safaria da condenação, já que os ricos sempre dão um jeito. Para Ed, ficava difícil compreender o sofrimento de Jess já que ele nunca teve que lidar com as privações que aquela família enfrentava diariamente.
Além disso, a autora discutiu sobre os infinitos erros que cometemos todos os dias, desde os mais “pequenos” e “insignificantes”, aos que são capazes de redefinir as nossas vidas. Será que os erros nos definem? Será que somos capazes de perdoar e sermos perdoados e de recomeçarmos deixando o passado para trás?

 

O DUQUE E EU

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Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

 

A Série “Os Bridgertons”

“O Duque e Eu” da autora Julia Quinn é o primeiro livro da série Os Bridgertons, composta por 8 livros, cada um deles contando a história de um dos irmãos da família Bridgerton.

  • O DUQUE E EU
  • O VISCONDE QUE ME AMAVA
  • UM PERFEITO CAVALHEIRO
  • OS SEGREDOS DE COLIN BRIDGERTON
  • PARA SIR PHILLIP, COM AMOR
  • O CONDE ENFEITIÇADO
  • UM BEIJO INESQUECÍVEL
  • A CAMINHO DO CASAMENTO

 

A mãe, Violet Ledger, os nomeou em ordem alfabética, na ordem: Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. No início do livro “O Duque e Eu”, primeiro da série e protagonizado pela Daphne, a autora nos traz a árvore genealógica da família para que possamos compreender melhor a ordem dos irmãos (e dos livros!).

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Enredo e Protagonistas

O livro nos situa na encantadora Londres em meados do ano 1813 em uma época chamada de “Temporada”, onde as mocinhas que se encontram em idade para casar frequentam bailes luxuosos com suas mães e irmãos a fim de conhecer seus futuros pretendentes. Para felicidade (e desespero) das mães casamenteiras, eis que chega o perfeito bom partido: Simon Basset, o duque de Hastings. Após retornar de 6 anos viajando pelo exterior, o duque – de irresistíveis olhos azuis – é bonito, rico, bem educado, e perfeitamente solteiro.

O único problema é que Simon está convicto de que nunca – veja bem: nunca! – poderá se casar. O que Simon mais deseja é saborear a vingança de jamais dar continuidade ao ducado herdado de seu pai, cuja rejeição está fortemente enraizada em sua alma desde criança. Ponto positivo para o livro: A história da vida de Simon é explorada com riqueza de detalhes e muito bem construída pela autora. A narrativa deste primeiro momento do livro é em 3ª pessoa e somos introduzidos a todos os fatos e sentimentos dos personagens, o leitor é onisciente.

É em meio a Temporada que conhecemos Daphne Bridgerton. Nossa protagonista é uma donzela em idade de casar, e é isso que ela mais deseja, porém Daphne não é como todas as mocinhas desta sociedade, ela é inteligente, bem humorada, sabe conduzir uma conversa afiada, e não é bonita dentro dos padrões comuns, como diria seu irmão Anthony: “ela é a exceção à regra”. Talvez por isso seus possíveis candidatos apenas a enxerguem como amiga. Mais do que tudo, Daphne deseja se casar pois isso dará a ela uma família. Em suas palavras:

“Eu quero um marido. Uma família. Não é tão bobo quando se pensa nisso. Sou a quarta de oito filhos. Só conheço famílias grandes. Não sei se saberia existir fora de uma.”

Daphne e Simon se conhecem por acaso em um baile da Temporada e Daphne se surpreende por encontrar de repente um estranho tão atraente a ponto de fazê-la pensar nele como pretendente, enquanto Simon praticamente não consegue manter as mãos longe dela. Faíscas.

Por mera coincidência do destino, Simon acaba descobrindo tarde demais que aquela doce senhorita é nada mais nada menos que a irmã de seu melhor amigo, Anthony Bridgerton (protagonista do segundo volume: “O Visconde que me amava”), e por mais que o desejo o consuma por dentro, Simon sabe que jamais seria capaz de trair essa amizade envolvendo-se com Daphne sem desposa-la.

Entretanto, após cansativos bailes pomposos e mães obstinadas a casar suas filhas, Simon e Daphne resolvem bolar um plano para sobreviver a essa Temporada. Eles irão fingir estar envolvidos, para que Simon possa fugir do radar das mães e para que os pretendentes de Daphne comecem a enxergá-la de outra forma, sendo cortejada por um duque. É um plano infalível, porém arriscado, pois a única coisa capaz de arruina-lo seria um dos dois (ou ambos) levarem a brincadeira a sério. Enquanto Lady Bridgerton está radiante de felicidade pelo cortejo da filha mais velha, Daphne teme se apaixonar por alguém que não tem os mesmos objetivos que ela, mas tendo sido criada com 3 irmãos mais velhos, Daphne acredita ter conhecimento suficiente do mundo masculino para resistir à qualquer possível investida de Simon, que por sua vez luta para não perder seu auto-controle perto da jovem e despretensiosa Daff.

A paixão vende e eles se casam. E então os problemas começam… Simon diz a sua noiva que não pode ter filhos e ela aceita essa condição, mesmo que sonhe com uma casa cheia de filhos desde a infância.

Entre idas e vindas, entre a indecisão de Simon, e os sonhos de Daphne, entre o amor do casal e a necessidade de vingança de Simon de um pai a muito morto….O que vencerá? Será o amor capaz de vencer as barreiras a muito impostas por uma criação arbitrária?

Daphne consegue mostrar a Simon que essa sua determinação de não ter filhos para não dar seguimento à linhagem do pai como vingança  está fazendo mal apenas à ele. Afinal, o pai está morto. Quem é o maior prejudicado em alimentar ódio. E assim ele cede.

 

CAIXA DE PÁSSAROS

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|O verdadeiro terror que Malerman explora em seu livro:  medo do desconhecido, do inimaginável, do que não podemos ver mas sabemos que está lá! O terror em seu livro é muito mais psicológico e traz tensão do início ao fim.

Caixa de Pássaros tem sua história narrada em terceira pessoa acompanhando Malorie no presente e a quatro anos atrás, quando “O Problema” – como chamam os surtos – teve início. Os capítulos são alternados entre estes dois pontos da narrativa, em que em determinado momento convergem para o grand finale. O interessante é o modo como o autor explorou esta narrativa alternada em dois tempos, pois já sabemos, de certa forma, o que vai acontecer, mas nem por isso o suspense é quebrado.

Tudo começou com rumores. Um incidente aqui e ali. Pareciam ser casos isolados, afinal a loucura sempre atingiu a humanidade, e vemos casos insanos o tempo todo na TV. Mas então, estes casos começam a ganhar mais e mais força, espalhando-se por vários pontos do planeta, de formas muito semelhantes. Não poderia ser coincidência. A pessoa tem uma acesso de loucura, de raiva, ataca quem estiver próximo e depois se mata. As mortes são horríveis e inimagináveis. E aparentemente o surto começa quando a pessoa alguma coisa. Ninguém sabe dizer o quê, afinal quem viu está morto agora.

As pessoas começam a não sair mais de casa. Os mais sensatos cobrem janelas com lençóis escuros, tábuas, papelão. Com o tempo as autoridades somem; TV e internet não funcionam mais; há apenas um locutor que ainda resiste no rádio; não há luz nem telefone. E há apenas escuridão. Não há mais como olhar para o exterior, não há mais como sair sem estar vendado ou de olhos fechados. Não há mais como viver sem medo de abrí-los e ver algo que não deveria estar lá fora, espreitando, esperando. O que seriam estas coisas que traziam loucura para quem os olhasse? Uma loucura, uma insanidade terrível capaz de destruir a vida? Criaturas? Monstros?

Há quatro anos atrás Malorie vai até uma casa e ali encontra abrigo junto a um grupo de pessoas. Entre estas pessoas está Tom, um ex professor que se tornou uma espécie de líder e de alicerce para os outros sobreviventes da casa. Em uma mistura de suspense psicológico e drama o autor nos mostrou todas as facetas dos personagens, e como a ruína do mundo exterior os estava afetando. A tensão no livro não se deve apenas ao medo do que está lá fora, mas o medo da fome, da insanidade se infiltrando aos poucos na mente de cada um deles. É difícil manter a mente sã quando tudo o que se pode fazer é ficar preso dentro de uma casa com cobertores cobrindo as janelas. Com medo de olhar por qualquer fresta e perder a vida. Ter que se cegar para o mundo exterior.

Um dia um homem bate à porta. A casa se divide entre deixá-lo ou não entrar. Por fim o aceitam mas depois de uns dias descobrem que ele queria abrir a casa para que todos saíssem dali. Ao fazer isso, o mal entra e todos começam a surtar.

Malorie sai então com seus filhos pelo rio até chegar em um local que já os estava esperando, através de comunicações conseguidas via rádio. Ela descobre que as pessoas deste local sobreviveram por serem cegos. Se adapta e passa a viver com eles.

Para aqueles que tem um pouco mais de medo de livros de terror, acho que Caixa de Pássaros é uma boa dica de leitura, pois, como disse anteriormente, o terror é psicológico, nem tanto visual. Mas, sim, há cenas no livro que me arrepiaram. São poucas cenas mais explícitas de terror, mas foram colocadas na medida certa, a meu ver. E são sensacionais! Mostram toda a insanidade e loucura deste novo mundo. O autor também mostra em seu livro que muitas vezes a ameaça pode ser o próprio ser humano e sua mente.